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Alquimia (Part. Dj Bandeira)

0800 Crew

Alquimia (Part. Dj Bandeira)

Eu monto planos, como um cavaleiro monta cavalo
O buraco é mais embaixo, eu te obrigarei a cavá-lo
Eu afiei meu verso pra cravá-lo em seu crânio
Urino nos que enriquecem, eu quero enriquecer urânio

Deixa... que eu explodo tudo, "pódeixa"
Sou calculista, eu vivo num mundo de faz de conta
A metereologia diz que o tempo vai fechar
Mas o meu delivery jamais vai entregar as ponta

Eu só vou manter meu foco até que a luminária quebre
Quer morrer incinerado? É só tu vir testar minha febre
"Isso daqui é rap, você não faz jus, otaku"
Agora cê tá na sinuca, e olha quem conduz o taco

Aí, presta atenção pra não ter sua fatia mordiscada
Geral fala besteira, e os cotovelo diz cada...
Onde quero eu subo, sem fazer ninguém de escada
Atravessa, eu te derrubo, igual conexão discada

Sai da frente é o avalanche eu quero ver o sky valente
Filma nóiz, roubamo a cena, o fotógrafo esquiva a lente
Platão chapa e passa mal, nessa pedra filosofal
Nosso som bate pesado, e cê não troca equivalente

Na artilharia tipo Black, cachorreira como Sirius
Faço do rap um virus com meu verso patológico
Bem distante do náufrago, quem são esses que mal "frago"
Bate de frente now, frango... vai virar pato, lógico

Patético, seu código de honra: ser bozo
Sou ético, resisto o sistema, nervoso
Poético, transmuto todos os maus elementos
Profético, educo Spawn com meus mandamentos

Uns dirão que sou crápula, por fazer minha cúpula
Ser mais lenda que Drácula, mitando aqui e acolá
Marcando como mácula, vegete igual rúcula
Pois sem querer disputa, a probabilidade é tu pular

Não vim me intitular, nem estipular parâmetro
Ando com a vida nos trilhos, mas se precisar paro o metrô
Alquimista retrô, faço até risco no couro
Vim fazer cd pirata virar num disco de ouro

Sai da frente é o avalanche eu quero ver o sky valente
Filma nóiz, roubamo a cena, o fotógrafo esquiva a lente
Platão chapa e passa mal, nessa pedra filosofal
Nosso som bate pesado, e cê não troca equivalente

Meu verso é pesadão, beat pesadão
O teu é lesadão, verso magro que toma Coscarque
Não disfarça não, paga de humildão
Cês rouba a cena então... haha, já ganhei o Cinemark

Embarque nessa viagem, quer um duelo marque
Sua derrota vai ser tão clássica quanto um bêbado perder a Monark
Largue na frente e corra, te alcanço e ainda ultrapasso
Seus 10 anos de correria eu deixo pra trás num passo

Verso eu traço, e faço no maço de almaço, amasso
O espaço é escasso, improviso sem embaraço e arregaço
Cabaço que não transforma sua merda em rap
Nem sendo alquimista, desista, da vida de artista

Sai da pista, enquanto eu risco teu nome da lista,
Meu Dj risca, no beat, tira teu som do repeat,
Bota o nosso e permite, que eu te irrite
E zoe com a tua cara, e com caras que se acham o cara

Com suas roupas caras, e suas duas caras,
Na capa da Caras, minha ideia é clara
O verso não para e dispara aqui...
E se girar o disco ao contrário cê ouve Deus fazendo um free.

Alquimia (Part. Dj Bandeira)

Yo trazo planes, como un caballero monta un caballo
La cosa se pone seria, te obligaré a cavar
Afilé mi verso para clavártelo en el cráneo
Orino sobre los que enriquecen, quiero enriquecer uranio

Déjame... que lo exploto todo, déjalo
Soy calculador, vivo en un mundo de fantasía
La meteorología dice que el tiempo se va a poner feo
Pero mi entrega nunca dejará las puntas

Solo mantendré mi enfoque hasta que la lámpara se rompa
¿Quieres morir incinerado? Ven y prueba mi fiebre
'Esto es rap, no estás a la altura, otaku'
Ahora estás en problemas, y mira quién lleva el control

Presta atención para que no te quiten tu parte
Todos hablan tonterías, y los codos dicen cada...
Donde quiero subo, sin hacer que nadie sea escalera
Te cruzas, te derribo, como una conexión discada

Aléjate, es una avalancha, quiero ver al cielo valiente
Nos filman, robamos la escena, el fotógrafo esquiva la lente
Platón se pone mal, en esta piedra filosofal
Nuestra música golpea fuerte, y tú no cambias por nada

En la artillería tipo Black, fiera como Sirius
Hago del rap un virus con mi verso patológico
Lejos del náufrago, ¿quiénes son esos que mal 'frago'?
Enfréntate ahora, pollo... vas a terminar siendo pato, lógico

Patético, tu código de honor: ser payaso
Soy ético, resisto al sistema, nervioso
Poético, transformo todos los malos elementos
Profético, educo a Spawn con mis mandamientos

Algunos dirán que soy un canalla, por hacer mi cúpula
Ser más leyenda que Drácula, triunfando aquí y allá
Marcando como mancha, vegetal igual a rúcula
Porque sin querer competir, la probabilidad es que te retires

No vine a autodenominarme, ni a establecer parámetros
Sigo con la vida en orden, pero si es necesario, detengo el metro
Alquimista retro, hago hasta rayas en el cuero
Vine a convertir un CD pirata en un disco de oro

Aléjate, es una avalancha, quiero ver al cielo valiente
Nos filman, robamos la escena, el fotógrafo esquiva la lente
Platón se pone mal, en esta piedra filosofal
Nuestra música golpea fuerte, y tú no cambias por nada

Mi verso es pesado, beat pesado
El tuyo es flojo, verso delgado que toma Coscarque
No disimules, te haces el humilde
Robas la escena entonces... jaja, ya gané el Cinemark

Embárcate en este viaje, marca un duelo
Tu derrota será tan clásica como un borracho perdiendo en Monark
Arranca y corre, te alcanzo y te paso
Tus 10 años de correrías los dejo atrás en un paso

Trazo versos, y hago en el mazo de almaço, aplasto
El espacio es escaso, improviso sin problemas y arraso
Inexperto que no convierte su mierda en rap
Ni siendo alquimista, desiste, de la vida de artista

Sal de la pista, mientras borro tu nombre de la lista
Mi Dj raya, en el beat, saca tu sonido del repeat
Pon el nuestro y permite, que te irrite
Y bromea con tu cara, y con caras que se creen la gran cosa

Con tus ropas caras, y tus dos caras
En la portada de Caras, mi idea es clara
El verso no se detiene y dispara aquí...
Y si giras el disco al revés escuchas a Dios improvisando.

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