395px

Anuncios de la Fe Renovadora

22B

Avisos da Fé Renovadora

São tantos momentos de silêncio
Reflexo da reflexão cortando stencil
Belzebu antes nobre agora pinta sua face
Com abraao lincoln em verde
Pra que a natureza se assemelhasse

Resolvido se isso plantasse, mas o que vinga?
É a sujeira da vaidade
Que nem com ace, nem com pinga
A energia não invade
E não deixa a casa limpa
Desleixa a humildade
Sinceridade se garimpa
Corrompe até o par ou ímpar
Compra a paz, a saúde, o banho
Por isso que alguns jaz
Por correr atras se ilude
Medidas fora da média
Cultura de tragédia
Fazendo do povo comédia

Por isso eu quem tomo as rédias
Do meu véiculo
E os bois estão no seu local
Pra não andar em círculo
Mc no meu currículo
Fé me distancia do ridículo
Cada estrofe um versículo
Cada som um novo capítulo
Por isso que a minha fé
Me mantém atento
Pra permanecer de pé
Até o divino julgamento

No dia do juízo final
Prejuízo a quem vive confinamento material
Difícil é não poder saber
O que é melhor pra você
Pq vai querer ter
O que a tv te vender
São vários lifestyle
Sua antenas de malucos são um para-raio
Nesse conto não caio
Reproduz discurso igual papagaio

Cultuo amigo urso, morengueira é rio
Num é ohio... Sem michael kyle
Feijoda na mangueira as gringa vão no paio
Tempeiro "bão" das mandingueiras
Me afasta dos camaleão igual reptile
Saio do meu corpo por uns instantes
Mas não desmaio... Primeiro de maio
Não representa minha labuta
Marca consciência banida, vida em eterna disputa

Ótica distorcida
Esquizofrenia cultural de crime ambiental
A vitória do desumano neo-liberal
Mundo do individual sem universo para
Visão turva sem as coisas as claras
Retas curvas, labirintos mentais e sociais
Lucros exorbitais com escassez de recurso minerais

Por isso que a minha fé
Me mantém atento
Pra permanecer de pé
Até o divino julgamento
No dia do juízo final
Prejuízo a quem vive confinamento material

E quando você descobre o que o seguro não cobre
Tipo o estress a mais das jornadas que tu dobre
Sem fazer lobby, todo mundo quer além daquilo que sobre pros pobre
Longe de ser esnobe, mas não confundo ouro com cobre
Nem armandin com bob
Nem quat com tobi
Nem rep com hobbie
Isso é meu “job”

Só sobe quem desce, ah se eles soubessem!
Que quem ta abaixo é o alicerce
Mas o que acontece é que o povo desconhece
O poder que sua união exerce
Não disperse sua atenção com prazeres efêmeros
Dizeres vazios e belos não fazem um bom gênero
E se tu se degenerou, saiba nunca é tarde
Correndo sem alarde sem reclama do tempo
Pra não ser exemplo de um covarde

Anuncios de la Fe Renovadora

Son tantos momentos de silencio
Reflejo de la reflexión cortando plantilla
Belcebú antes noble ahora pinta su rostro
Con Abraham Lincoln en verde
Para que la naturaleza se asemejara

Resuelto si esto plantara, pero ¿qué prospera?
Es la suciedad de la vanidad
Que ni con as, ni con trago
La energía no invade
Y no deja la casa limpia
Descuida la humildad
Sinceridad se busca
Corrompe hasta el par o impar
Compra la paz, la salud, el baño
Por eso que algunos yacen
Por correr tras se ilusiona
Medidas fuera de lo común
Cultura de tragedia
Haciendo del pueblo comedia

Por eso yo tomo las riendas
De mi vehículo
Y los bueyes están en su lugar
Para no andar en círculos
Mc en mi currículum
La fe me aleja de lo ridículo
Cada estrofa un versículo
Cada sonido un nuevo capítulo
Por eso mi fe
Me mantiene atento
Para permanecer de pie
Hasta el divino juicio

En el día del juicio final
Perjuicio a quien vive confinamiento material
Difícil es no poder saber
Lo que es mejor para ti
Porque querrás tener
Lo que la tv te venda
Son varios estilos de vida
Tus antenas de locos son un pararrayos
En este cuento no caigo
Reproduce discurso como papagayo

Culto al amigo oso, morengueira es río
No es ohio... Sin Michael Kyle
Feijoada en la mangueira las gringas van en el paio
Condimento bueno de las hechiceras
Me aleja de los camaleones como reptil
Salgo de mi cuerpo por unos instantes
Pero no desmayo... Primero de mayo
No representa mi lucha
Marca conciencia prohibida, vida en eterna disputa

Óptica distorsionada
Esquizofrenia cultural de crimen ambiental
La victoria del deshumano neoliberal
Mundo del individual sin universo para
Visión borrosa sin las cosas claras
Rectas curvas, laberintos mentales y sociales
Ganancias exorbitantes con escasez de recursos minerales

Por eso mi fe
Me mantiene atento
Para permanecer de pie
Hasta el divino juicio
En el día del juicio final
Perjuicio a quien vive confinamiento material

Y cuando descubres lo que el seguro no cubre
Como el estrés adicional de las jornadas que doblas
Sin hacer lobby, todos quieren más allá de lo que queda para los pobres
Lejos de ser esnob, pero no confundo oro con cobre
Ni Armandin con Bob
Ni Quat con Tobi
Ni Rep con Hobbie
Esto es mi trabajo

Solo sube quien baja, ¡ah si supieran!
Que quien está abajo es el cimiento
Pero lo que sucede es que la gente desconoce
El poder que su unión ejerce
No disperses tu atención con placeres efímeros
Palabras vacías y hermosas no hacen un buen género
Y si te degeneraste, sabe que nunca es tarde
Corriendo sin alarde sin quejarte del tiempo
Para no ser ejemplo de un cobarde

Escrita por: Jotachou