Anjos clandestinos
Anjos clandestinos morrem pela sua razão
Donos de um castelo, piratas que naufragarão
Mentes submissas, olhares sem perdão
Que ainda desconhce, a voz do coração
Sinto medo e sei porque não entendo
Quase noite minha retina cansada
Um anjo sem asas não pode voar
Ángeles clandestinos
Ángeles clandestinos mueren por tu razón
Dueños de un castillo, piratas que naufragarán
Mentes sumisas, miradas sin perdón
Que aún desconocen, la voz del corazón
Siento miedo y sé por qué no entiendo
Casi de noche, mi retina cansada
Un ángel sin alas no puede volar
Escrita por: Kleber Morgado