Suma de Ti
Suma de ti
Pobre cavalo de pêlos dourados
Derrube as grades que insistem
A condenar-te dentro de ti
Cuidado com as águas enferrujadas!
Que mentirosamente apresentam poderosas venturas
Penetre apenas caro ser quadrúpede
Ao que representa ao que representa o passado do fim
Mesmo não encontrando
Não deleite ao som natural
Soprando infinito ocular
Insiste em fugir
Do preço, do terço, do terço mundano
Construa tua luzes, reluzes sobre mistos de poesia
Conte as pedras da magia do mago vadio
Pratique a pratica dos eméritos praticantes
Idealize listras lisas
De peixes sadios, do fundo do poço
Contenha o riso mentiroso, sarcástico e plástico
Conduzindo os pequenos duqueses
Ao seu palácio de marfim.
Suma de Ti
Suma de ti
Pobre caballo de pelos dorados
Derriba las rejas que insisten
En condenarte dentro de ti
¡Cuidado con las aguas oxidadas!
Que falsamente presentan poderosas aventuras
Penetra solo querido ser cuadrúpedo
A lo que representa el pasado del fin
Aunque no encuentres
No te deleites con el sonido natural
Soplando infinito ocular
Insiste en huir
Del precio, del tercio, del tercio mundano
Construye tus luces, reluces sobre mezclas de poesía
Cuenta las piedras de la magia del mago vagabundo
Practica la práctica de los eméritos practicantes
Idealiza rayas lisas
De peces sanos, del fondo del pozo
Contén la risa mentirosa, sarcástica y plástica
Guiando a los pequeños duques
A su palacio de marfil.
Escrita por: Antonio Maria Novaes / Rubens Moraes Jr