Love Song Escaramunhão
Não adianta vir com papo furado,
Essa de bom menino não vai me convencer!
Nunca fui santo, nem me fiz de rogado.
O que é dito eu não faço.
O que eu faço não é certo.
O que é certo eu não acho.
O que eu acho não importa,
Deixa tudo acontecer!
Perambulei caminhos no escuro.
Tomei barbitúricos até enlouquecer.
Beijei o cosmos, fui até o absurdo.
E aquela velha história
De que somos levados por uma força extrema,
E que tudo esta escrito.
O que é, é o que é,
E o que tinha que ser.
Data armada da guarda nacional em alegoria circense.
Com anões fazendo graça, e uma velha sem dentes.
Data armada da guarda nacional em alegoria circense.
Com anões fazendo graça, e uma velha sem dentes.
Canción de Amor Escaramujo
No sirve de nada venir con palabras vacías,
Esa de ser un buen chico no me va a convencer.
Nunca fui santo, ni me hice rogar.
Lo que se dice, no lo hago.
Lo que hago no está bien.
Lo que está bien, no lo encuentro.
Lo que encuentro no importa,
¡Deja que todo suceda!
Anduve por caminos en la oscuridad.
Tomé barbitúricos hasta enloquecer.
Besé al cosmos, llegué a lo absurdo.
Y aquella vieja historia
De que somos llevados por una fuerza extrema,
Y que todo está escrito.
Lo que es, es lo que es,
Y lo que tenía que ser.
Fecha armada de la guardia nacional en alegoría circense.
Con enanos haciendo gracia, y una vieja sin dientes.
Fecha armada de la guardia nacional en alegoría circense.
Con enanos haciendo gracia, y una vieja sin dientes.
Escrita por: Marco Gonzalez