Mistério Selvagem
Verde cintilante
Floresta amazônica
Olhos almejantes
De um sací a vigiar
O barulho irritante
Da serra que veio derrubar
O barulho irritante
Da serra que veio derrubar
Rios e cachoeiras
Enquanto a nossa mão
Não alcançar
Índios sem bandeira
Sem razão para brigar
"meu irmão não pede esmola
Não tomo coca-cola
Deixa a gente em paz
Deixa a gente em paz
Jacaré não é sapato
Gambá não é vison
Deixa a gente em paz
Deixa a gente em paz"
Vem sal mar afora
Pesco pra me alimentar
Você joga bola
Marmelada e caviar
"o mundo é meu quintal
Não pago imposto predial
Deixa a gente em paz
Deixa a gente em paz
Leopardo e gazela
Não são quadro de novela
Deixa a gente em paz
Deixa a gente em paz"
Misterio Salvaje
Verde brillante
Selva amazónica
Ojos anhelantes
De un duende vigilando
El ruido irritante
De la sierra que vino a derribar
El ruido irritante
De la sierra que vino a derribar
Ríos y cascadas
Mientras nuestra mano
No alcance
Indígenas sin bandera
Sin razón para pelear
"mi hermano no pide limosna
No tomo coca-cola
Déjanos en paz
Déjanos en paz
Caimán no es zapato
Zorrillo no es visón
Déjanos en paz
Déjanos en paz"
Viene sal mar adentro
Pesco para alimentarme
Tú juegas a la pelota
Mermelada y caviar
"el mundo es mi patio
No pago impuesto predial
Déjanos en paz
Déjanos en paz
Leopardo y gacela
No son cuadro de novela
Déjanos en paz
Déjanos en paz"
Escrita por: Jora Longo, Eduardo Denani