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Sentimientos Opacos

A Refúgio

Sentimentos Opacos

Canto de farpa singela
E quantas vezes fui mental
Mas não fui na matéria
E nesse abismo colossal
De demoras, esperas
E quantas vezes eu morri
Quantas vezes?

Fui, mas não fui, mas não era
Toda a forma de pular
Calendário, novela
Omisso globo ocular
Que não toca na tela
E quantas vezes eu sorri
Várias vezes

Fui no compasso
Olhei pra baixo
Viajei pela areia, descalço

Fui perdoado
Olhei pro lado
Viajei pela areia, descalço

Ei, você
Tente me explicar, mas não tente me entender
Vê se você
Tenta me ouvir
Tente suplicar, mas não tente me suprimir

Quantas vezes?

Farpa de omisso não era
E quantas vezes fui pular
Mas demoras, esperas
E nesse abismo ocular
Que não toca novela
E quantas vezes eu morri

Quantas vezes?

Fui, mas não fui na matéria
Calendário colossal
Quantas vezes na tela
Nesse canto fui mental
Toda a forma singela
E quantas vezes eu ouvi

Várias vezes

Fui no compasso
Olhei pra baixo
Viajei pela areia, descalço

Fui perdoado
Olhei pro lado
Viajei pela areia, descalço

Ei, você
Tente me explicar, mas não tente me entender
Vê se você
Tenta me ouvir
Tente suplicar, mas não tente me suprimir

Fui no compasso
Olhei pra baixo
Viajei pela areia, descalço

Fui perdoado
Olhei pro lado
Viajei pela areia, descalço

Sentimentos tão opacos quanto o Sol
Torci pra me fisgarem iscas do meu próprio anzol
Sentimentos giram como um caracol
Sentimentos que iluminam o meu farol

Ei, você
Tente me explicar, mas não tente me entender
Vê se você
Tenta me ouvir
Tente suplicar, mas não tente me suprimir

Ei, você
Tente me explicar, mas não tente me entender
Vê se você
Tenta sorrir
Tente suplicar, mas não tente me suprimir

Papa Dionísio não erra

Sentimientos Opacos

Canto de espina sencilla
Y cuántas veces fui mental
Pero no fui en la materia
Y en este abismo colosal
De demoras, esperas
Y cuántas veces yo morí
¿Cuántas veces?

Fui, pero no fui, pero no era
Toda la forma de saltar
Calendario, novela
Omisión del globo ocular
Que no toca la pantalla
Y cuántas veces yo sonreí
Varias veces

Fui al compás
Miré hacia abajo
Viajé por la arena, descalzo

Fui perdonado
Miré a un lado
Viajé por la arena, descalzo

Ey, tú
Intenta explicarme, pero no intentes entenderme
A ver si tú
Intentas escucharme
Intenta suplicar, pero no intentes suprimir

¿Cuántas veces?

Espina de omisión no era
Y cuántas veces fui a saltar
Pero demoras, esperas
Y en este abismo ocular
Que no toca novela
Y cuántas veces yo morí

¿Cuántas veces?

Fui, pero no fui en la materia
Calendario colosal
¿Cuántas veces en la pantalla?
En este canto fui mental
Toda la forma sencilla
Y cuántas veces yo escuché

Varias veces

Fui al compás
Miré hacia abajo
Viajé por la arena, descalzo

Fui perdonado
Miré a un lado
Viajé por la arena, descalzo

Ey, tú
Intenta explicarme, pero no intentes entenderme
A ver si tú
Intentas escucharme
Intenta suplicar, pero no intentes suprimir

Fui al compás
Miré hacia abajo
Viajé por la arena, descalzo

Fui perdonado
Miré a un lado
Viajé por la arena, descalzo

Sentimientos tan opacos como el Sol
Deseé que me atraparan con anzuelos de mi propio anzuelo
Sentimientos giran como un caracol
Sentimientos que iluminan mi faro

Ey, tú
Intenta explicarme, pero no intentes entenderme
A ver si tú
Intentas sonreír
Intenta suplicar, pero no intentes suprimir

Ey, tú
Intenta explicarme, pero no intentes entenderme
A ver si tú
Intentas sonreír
Intenta suplicar, pero no intentes suprimir

Papa Dionisio no se equivoca

Escrita por: Eduardo Ramella / Gustavo Maia / Fernando Farias / Felipe Arb Saba / Lucas Moliterno