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No Dejes Para Mañana

A Rosa dí Zínco

Não Deixe Para Amanhã

Se eu olho, ao seu redor
Eu vejo, estou por lá
Não penso não, não penso, diz não
Se a história nem contou
Aqui estou tão preso
Preso a você, besteira
Me queira
Quando "eu sou menor"
eu não fujo, eu não corro
Ah! quem me dera
um olhar
Não deixe para amanhã
Que o tempo, é solidão
controle remoto
Ou quase nem noto a fusão
Não deixe para amanhã
E diz o que é banal
Sentar e esperar
Eu sou um poeta,
eu sou um vulcão

No Dejes Para Mañana

Si miro a tu alrededor
Te veo, estoy allí
No pienso, no pienso, dices no
Si la historia ni siquiera contó
Aquí estoy tan atrapado
Atrapado en ti, tonterías
Quiéreme
Cuando 'soy menor'
No huyo, no corro
¡Ah! quién pudiera
una mirada
No dejes para mañana
Que el tiempo es soledad
control remoto
O apenas noto la fusión
No dejes para mañana
Y dice lo banal
Sentarse y esperar
Soy un poeta,
soy un volcán

Escrita por: Hermannd Coutinho / Klau Evangelista