distante
Sem sentido
Sem direção
Sigo sem me importar
Em deixar tudo ruir
Tudo bem
Eu não enxergo o mundo de cabeça pra baixo
Eu não vou esperar o Sol ir pra sair do meu quarto
Mas a gravidade vai me puxar
Pra aquele espaço
Onde não existo além das paredes do meu quarto
Será que ainda há
Beleza na melancolia
Desse horizonte de possibilidades
Do qual eu assisto ir
Eu não enxergo o mundo de cabeça pra baixo
Eu não vou esperar o Sol ir pra sair do meu quarto
Mas a gravidade vai me puxar
Pra aquele espaço
Onde não existo além das paredes do meu quarto
Distante
Sin sentido
Sin dirección
Sigo sin importarme
En dejar todo caer
Está bien
No veo el mundo al revés
No voy a esperar a que el Sol se vaya para salir de mi cuarto
Pero la gravedad me va a jalar
A ese espacio
Donde no existo más allá de las paredes de mi cuarto
¿Todavía hay
Belleza en la melancolía
De este horizonte de posibilidades
Que veo ir?
No veo el mundo al revés
No voy a esperar a que el Sol se vaya para salir de mi cuarto
Pero la gravedad me va a jalar
A ese espacio
Donde no existo más allá de las paredes de mi cuarto
Escrita por: Carlos Eduardo, Guilherme Oliveira