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A Última Theoria

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E no principio era trevas
E não existia alívio a luz
Exilados do jardim da falsa benevolência
Desterrados ao escarnecer em maldições
Pagando o preço de outros
Que não seguiram mandamentos

Vivemos trocas constantes
Entre o irreal e o real
Somos almas vestidas de carne
Em uma vasta estação desalojada
Dá vivencia ao declínio
Cabe a quem decidir
Não, ah ninguém por aqui

E quanto tempo a gente vai esperar?
Quanto tempo isso levará?
Pra alguém aprender mais
Pra alguém se perder faz
Já tanto tempo
Que o nosso corpo extenso pesou aqui
Existe uma diferença, entre sobreviver e viver

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Al principio eran tinieblas
Y no existía alivio, la luz
Exiliados del jardín de falsa benevolencia
Desterrados al burlarse en maldiciones
Pagando el precio de otros
Que no siguieron mandamientos

Vivimos intercambios constantes
Entre lo irreal y lo real
Somos almas vestidas de carne
En una vasta estación desalojada
Dando vivencia al declive
Corresponde a quien decidir
No, ah nadie por aquí

¿Y cuánto tiempo vamos a esperar?
¿Cuánto tiempo llevará esto?
Para que alguien aprenda más
Para que alguien se pierda
Ya hace tanto tiempo
Que nuestro cuerpo extenso pesa aquí
Existe una diferencia entre sobrevivir y vivir

Escrita por: Beto Cupertino / Paulo Rocha