-7 13
Um novo mundo então, agora abrem se as portas
E as regras do novo Æon, agora serão impostas.
Pela nova a aurora da ópera.
Não tenho sangue em minhas mãos, minhas cicatrizes já não são mais expostas
Sou um espelho ao vilão, e aqui enterro essa parte da história
A coroa sela o elo e marca a era em prova a previsão do fim
Cegos sem a clareza do enredo, julgam o homem anormal
Maldita seja a ignorância
No início, ouvia vozes todo o tempo,
Até as controlar foi um tormento
Mas me curei em meu próprio hospício pessoal
E a voz me explicou mistérios, revelou segredos
Joguei fora todo o meu ego, abortei meu medo
E vi tudo é a mente, quem porta a luz reconhece
A verdadeira razão de sermos diferentes
Nada é igual
Tudo é diferente
Nada não existe
Tudo é inexistente.
Pois só eu sei o que eu vejo
Nada compra o tempo, e desde de o início
Cumpro a promessa de voltar
Me equilibro em mim mesmo,
E aceito meu karma, onde um arco é minha arma,
Mestiço ao chão com o domínio do ar
Enquanto estive só, caminhei por tudo aqui
sempre disposto a encontrar, a embriaguez de um coração
com pouco tempo pra falar
me disponho a ouvir,
e quem sabe até contar
um pouco do que eu sei sobre esse mundo
Quebre a razão não tenha escudos.
Aqui cães ladram o porque
cuidado pra não se perder
Somos os donos do nosso destino
e nós próprios assassinos
Amaldiçoados ao vício
de se perder pra se encontrar.
Poucas portas tem saídas
Nesse plano muitas trilhas
Poucos segundos mudam vida
Nesse mundo atemporal
De números infinitos
Algumas estrelas vêm de cometas
Direto pra cá. Pra nos ensinar
DEUS me disse isso uma vez
Algumas estrelas vêm de cometas
Direto pra cá. Pra nos ensinar
DEUS me disse isso uma vez
Só mentiras são capazes de matar pra sempre um homem, amém
Aqui a vida sente fome e a verdade é um canibal
Se reconstrua, se ouça, o coração tem respostas
Encontre a chave pra porta
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Un nuevo mundo entonces, ahora se abren las puertas
Y las reglas del nuevo Æon, ahora serán impuestas.
Por la nueva aurora de la ópera.
No tengo sangre en mis manos, mis cicatrices ya no son expuestas
Soy un espejo para el villano, y aquí entierro esa parte de la historia
La corona sella el vínculo y marca la era en prueba la previsión del fin
Ciegos sin la claridad del argumento, juzgan al hombre anormal
Maldita sea la ignorancia
Al principio, escuchaba voces todo el tiempo,
Hasta controlarlas fue un tormento
Pero me curé en mi propio hospicio personal
Y la voz me explicó misterios, reveló secretos
Deseché todo mi ego, aborté mi miedo
Y vi que todo es la mente, quien porta la luz reconoce
La verdadera razón de ser diferentes
Nada es igual
Todo es diferente
Nada no existe
Todo es inexistente.
Pues solo yo sé lo que veo
Nada compra el tiempo, y desde el principio
Cumplo la promesa de volver
Me equilibro en mí mismo,
Y acepto mi karma, donde un arco es mi arma,
Mestizo al suelo con el dominio del aire
Mientras estuve solo, caminé por todo aquí
Siempre dispuesto a encontrar, la embriaguez de un corazón
con poco tiempo para hablar
Me dispongo a escuchar,
y quizás hasta contar
un poco de lo que sé sobre este mundo
Rompe la razón, no tengas escudos.
Aquí los perros ladran el porqué
cuidado de no perderte
Somos los dueños de nuestro destino
y nosotros mismos asesinos
Malditos al vicio
de perderse para encontrarse.
Pocas puertas tienen salidas
En este plano muchas sendas
Pocos segundos cambian la vida
En este mundo atemporal
De números infinitos
Algunas estrellas vienen de cometas
Directo hacia acá. Para enseñarnos
DIOS me dijo eso una vez
Algunas estrellas vienen de cometas
Directo hacia acá. Para enseñarnos
DIOS me dijo eso una vez
Solo mentiras son capaces de matar para siempre a un hombre, amén
Aquí la vida siente hambre y la verdad es un caníbal
Reconstrúyete, escúchate, el corazón tiene respuestas
Encuentra la llave para la puerta