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Casa Amarilla

Abílio e Zélia

Casa Amarela

Eu já não posso mais passar naquela rua
Onde mora aquele amor que já meu
Quando eu passo ela fica na janela
Eu me recordo que ela já me pertenceu

Naquela rua que eu não posso mais passar
Em outra esquina tem uma casa amarela
Onde foi o meu ninho de amor
Tem uma flor que me espera na janela

Não sei se foi por capricho do destino
Ou então a triste sorte enganosa
Aquela flor porque que eu tinha ciúme
Hoje não tenho mais o perfume da rosa

Casa Amarilla

Ya no puedo más pasar por esa calle
Donde vive ese amor que ya fue mío
Cuando paso, ella se queda en la ventana
Recuerdo que alguna vez me perteneció

En esa calle que ya no puedo cruzar
En otra esquina hay una casa amarilla
Donde fue mi nido de amor
Hay una flor que me espera en la ventana

No sé si fue por capricho del destino
O por la triste suerte engañosa
Esa flor de la que tenía celos
Hoy ya no tengo el perfume de la rosa

Escrita por: Abílio, João dos Reis, Rei da Festa