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Elefante

Absinto Muito

Elefante

Quem sou eu que não quer acreditar
Quem sou eu que não mais quer ser feliz
Abrindo as portas pro seu elefante branco entrar
Contando as disformes formas que tenho pra estar

Quem sou eu que não quer desanimar
Quem sou eu que não mais que ser pincel pra pintar
As coisas estranhas que penso e sou mais tarde
E as tantas histórias que empilham palavras na estante

Percebo o silêncio ao meu redor
Eu vejo o sol, eu vejo o sol
Eu vejo o sol, uhul

Quem sou eu que não quer desanimar
Quem sou eu que não mais que ser pincel pra pintar
As coisas estranhas que penso e sou mais tarde
E as tantas histórias que empilham palavras na estante

Percebo o silêncio ao meu redor
Eu vejo o sol, eu vejo o sol
uóuóuóuóuol.....

Elefante

¿Quién soy yo que no quiere creer
¿Quién soy yo que ya no quiere ser feliz
Abriendo las puertas para que entre tu elefante blanco
Contando las formas disformes que tengo para estar

¿Quién soy yo que no quiere desanimarse
¿Quién soy yo que ya no quiere ser pincel para pintar
Las cosas extrañas que pienso y luego soy
Y las tantas historias que acumulan palabras en el estante

Percibo el silencio a mi alrededor
Veo el sol, veo el sol
Veo el sol, ¡uhul!

¿Quién soy yo que no quiere desanimarse
¿Quién soy yo que ya no quiere ser pincel para pintar
Las cosas extrañas que pienso y luego soy
Y las tantas historias que acumulan palabras en el estante

Percibo el silencio a mi alrededor
Veo el sol, veo el sol
uóuóuóuóuol...

Escrita por: Absinto Muito