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Escudo

Acervo do Luizinho Moura

Escudo

Por toda a minha vida
Ó senhor, te louvarei
Pois meu fôlego é a tua vida
E nunca me cansarei

Posso ouvir a tua voz
É mais doce do que o mel
Que me tira desta cova
E me leva até o céu

Já vi fogo e terremotos
Vento forte que passou
Já vivi tantos perigos

Mas tua voz me acalmou
Tu dás ordem às estrelas
E ao mar os seus limites
Eu me sinto tão seguro
No teu colo, ó, altíssimo

Não há ferrolhos, nem portas
Que se fechem diante da tua voz
Não há doenças, nem culpa
Que fiquem de pé diante de nós

E a tempestade se acalma
Na voz daquele que tudo criou
Pois tua palavra é pura
Escudo para os que nele creem

Não há ferrolhos, nem portas
Que se fechem diante da tua voz
Não há doenças, nem culpa
Que fiquem de pé diante de nós

E a tempestade se acalma
Na voz daquele que tudo criou
Pois tua palavra é pura
Escudo para os que nele creem

Escudo

Por toda mi vida
Oh Señor, te alabaré
Porque mi aliento es tu vida
Y nunca me cansaré

Puedo escuchar tu voz
Es más dulce que la miel
Que me saca de esta fosa
Y me lleva hasta el cielo

Ya he visto fuego y terremotos
Vientos fuertes que pasaron
He vivido tantos peligros

Pero tu voz me calmó
Tú das órdenes a las estrellas
Y al mar sus límites
Me siento tan seguro
En tu regazo, oh Altísimo

No hay cerrojos, ni puertas
Que se cierren ante tu voz
No hay enfermedades, ni culpa
Que se mantengan de pie ante nosotros

Y la tempestad se calma
En la voz de aquel que todo creó
Porque tu palabra es pura
Escudo para los que en él creen

No hay cerrojos, ni puertas
Que se cierren ante tu voz
No hay enfermedades, ni culpa
Que se mantengan de pie ante nosotros

Y la tempestad se calma
En la voz de aquel que todo creó
Porque tu palabra es pura
Escudo para los que en él creen

Escrita por: Carlos Alberto Moyses