Pele Negra
Eu sei muito pouco, mas também já sei viver
Das armadilhas do dia a dia nada a temer
Eu vi suas mentiras, nada pode me ferir
Eu tô mais perto, só vou no certo, é pode vir
Porque sou forte deixo marcas pelo chão
Eu sou forte pele negra do Adão
Piel Negra
Sé muy poco, pero también sé cómo vivir
De las trampas de la vida cotidiana nada que temer
He visto tus mentiras, nada puede lastimarme
Estoy más cerca, voy a la derecha, puedes venir
Porque soy fuerte, dejo marcas en el suelo
Soy fuerte piel negra de Adán
Escrita por: Aurelino Bandido / Sergio Cassiano