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Insanidad

Adrian Brito

Insanidade

Quem tu é não pode ser
Manipulado por quem não tem
A malícia de perceber

Acredito que nem toda insanidade pode ser julgada por quem ainda não sanou
A necessidade de acertar pra agradar quem acha que nunca errou
Me fale de você e de quem quer ser de dentro pra fora agora
Tentar não ser mais do que lhe pertence, só melhora

Quem tu é não pode ser
Manipulado por quem não tem
A malícia de perceber
Que ninguém tem que ser igual a você
E não traçar sua rota em cima de trilhos alheios
E não julgar quem faz seu caminhar sem ao menos um devaneio

Eu já paguei muito por andar sempre em linha reta
Já ouvi histórias, a maioria delas controversas
Se tem uma coisa que eu quero é cair em contradição
Sem dar a mínima pra quem não entende nem um pouco da minha intenção

Quem tu é não pode ser
Manipulado por quem não tem
A malícia de perceber
Que ninguém tem que ser igual a você
E não traçar sua rota em cima de trilhos alheios
E não julgar quem faz seu caminhar sem ao menos um devaneio

Insanidad

Quién eres no puede ser
Manipulado por aquellos que no tienen
La astucia para darse cuenta

Creo que no toda insanidad puede ser juzgada por aquellos que aún no han sanado
La necesidad de acertar para complacer a quienes creen que nunca han fallado
Háblame de ti y de quién quieres ser de adentro hacia afuera ahora
Intentar no ser más de lo que te pertenece, solo mejora

Quién eres no puede ser
Manipulado por aquellos que no tienen
La astucia para darse cuenta
Que nadie tiene que ser igual a ti
Y no trazar tu camino sobre rieles ajenos
Y no juzgar a quienes caminan sin siquiera un devaneo

Ya he pagado mucho por siempre seguir en línea recta
He escuchado historias, la mayoría de ellas controversiales
Si hay algo que quiero es caer en contradicción
Sin importarme en lo más mínimo a quienes no entienden ni un poco mi intención

Quién eres no puede ser
Manipulado por aquellos que no tienen
La astucia para darse cuenta
Que nadie tiene que ser igual a ti
Y no trazar tu camino sobre rieles ajenos
Y no juzgar a quienes caminan sin siquiera un devaneo

Escrita por: Adrian Brito