Refratário Popular
No samba o mais infinito
sentido do canto escrito,
do triste estreito rabisco,
é o velho refrão que repete.
Como eu, não me queimo em aguardências...
não ofusco adjacências, nem prometo não pagar.
Há confusos conflitantes, ilustradas ignorantes,
que vivem só a me indignar.
Sou Refratário Popular.
Refractario Popular
En el samba el sentido más infinito
del canto escrito,
del triste estrecho garabato,
es el viejo estribillo que se repite.
Como yo, no me quemo en esperas...
no deslumbro a los alrededores, ni prometo no pagar.
Hay conflictos confusos, ignorantes ilustrados,
que solo viven para indignarme.
Soy Refractario Popular.
Escrita por: Adriano Dias