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Paradura

Adriano Sátiro

Paradura

Paradura

Andar a mil nestas paragens
É minha sina
Descola retinas pra ver o coice
Das réguas tortas no trottoir

Ser besta é assim
Caio do cavalo mas não caio de mim

Paradura

Paradura

Caminar a toda velocidad en estos parajes
Es mi destino
Despego las retinas para ver el golpe
De las reglas torcidas en la acera

Ser tonto es así
Caigo del caballo pero no caigo de mí

Escrita por: Adriano Sátiro e Roberto Prado