Começo Meio e Nunca Fim
Eu não posso crer no que é
Ou num pedaço de fama qualquer
Pra quê chorar pra gozar em algo que é o que eu já fui
Eu não devo manter meus talentos tão expostos, frisados assim
Vai que teus cabelos ultrapassem meus limites,
E revertam teus poucos reais
Alguns reais pra gravar
Outros reais pra cantar
Somos nobreza, clero, somos bezerros num curral
Real demais pra mim
Começo, meio, nunca fim
Pois o teu fim é a tua estrada,
E apenas o que sou
Deixa eu me manter normal
Com nome, sobrenome, codinome, corleone, os diabos
Mas não venha me falar de proibições
Comienzo Medio y Nunca Fin
No puedo creer en lo que es
O en un pedazo de fama cualquiera
¿Por qué llorar para disfrutar en algo que ya fui?
No debo mantener mis talentos tan expuestos, resaltados así
Quizás tus cabellos superen mis límites,
Y cambien tus pocos reales
Algunos reales para grabar
Otros reales para cantar
Somos nobleza, clero, somos becerros en un corral
Demasiado real para mí
Comienzo, medio, nunca fin
Porque tu fin es tu camino,
Y solo soy yo
Déjame mantenerme normal
Con nombre, apellido, seudónimo, corleone, los diablos
Pero no vengas a hablarme de prohibiciones
Escrita por: Marcos Karán / Pedro Cavalcanti