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Crepúsculo

Agostinho dos Santos

Crepúsculo

Sei por que é a meus braços querida
Que vens cansada da lida
Me procurar
Ilusões amor em rotas distantes
Onde inconstantes são
As ânsias do amor

Tarde agora
Vestindo verdades nuas
Ao meu ouvido insinuas
Que em tuas cinzas há calor
És o outono que em vão esperas
Que a primavera
Faça brotar uma flor

Crepúsculo

Sé por qué en mis brazos querida
Vienes cansada del trabajo
A buscarme
Ilusiones de amor en rutas distantes
Donde son inconstantes
Las ansias del amor

Tarde ahora
Vistiendo verdades desnudas
Insinúas en mi oído
Que en tus cenizas hay calor
Eres el otoño que en vano esperas
Que la primavera
Haga brotar una flor

Escrita por: Fernando Cesar / Renato De Oliveira