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Del Bicho a la Basura (Rock Rural)

Agnaldo Rayol

Do Bicho ao Lixo (Rock Rural)

O meu rock é uma parada
Cheira a capim melado e a queimada
Tem um quê de xaxado e toada
No forró do arraiá pedrada
Quem não sabe dançar tá com nada
Se você veio de lá venha ver

O meu rock é uma parada
Cheira a capim melado e a queimada
Tem um quê de xaxado e toada
No forró do arraiá pedrada
Quem não sabe dançar tá com nada
Se você veio de lá venha ver

Moça encabulada não é minha aqui
Vai pensando sim dizendo não
Cabra amigo meu não é bicho, não!
Todo o povo ainda é gente aqui

Um, dois, três, quatro!

Ei, você da cidade bem grande
Largue a poluição e se mande
Ganhe enquanto lhe chamam de bicho
Daqui a pouco você vai ser um lixo
Eu disse você vai ser um lixo
Se você veio de lá venha ver

O meu rock é uma parada
Tem um quê de xaxado e toada
No forró do arraiá pedrada
Ganhe enquanto lhe chamam de bicho
Você vai ser um lixo

Lixo, lixo, lixo

Del Bicho a la Basura (Rock Rural)

Mi rock es una locura
Huele a pasto mojado y a quema
Tiene un toque de xaxado y toada
En el forró del arraiá pedrada
Quien no sabe bailar no es nada
Si vienes de allá, ven a ver

Mi rock es una locura
Huele a pasto mojado y a quema
Tiene un toque de xaxado y toada
En el forró del arraiá pedrada
Quien no sabe bailar no es nada
Si vienes de allá, ven a ver

La chica tímida no es de aquí
Piensa sí, dice no
¡Mi amigo no es un bicho, no!
Todo el pueblo sigue siendo gente aquí

¡Uno, dos, tres, cuatro!

Oye, tú de la ciudad bien grande
Deja la contaminación y lárgate
Gana mientras te llaman bicho
En poco tiempo serás basura
Dije que serás basura
Si vienes de allá, ven a ver

Mi rock es una locura
Tiene un toque de xaxado y toada
En el forró del arraiá pedrada
Gana mientras te llaman bicho
Serás basura

Basura, basura, basura

Escrita por: N. Bourget / Reynaldo Rayol