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Roxa-mee

Aivin

Roxa-mee

Estou surdo e ja não posso ver
A luz roxa dos teus olhos que me fez viver
Mais uma marca no meu coração de ferro
Por saber que nunca ouviu meus berros

Ja não penso mais em te alcançar
E o meu ódio só tende a crescer
Mas sempre me pego a pensar
No quanto eu me forço a sofrer

Ódio de mim por te querer
E ódio de ti por não merecer
Ódio de mim por te querer
E ódio de ti por não merecer

Mais uma vez você não vai me ouvir
Pedindo pra ficar aqui
E então retribuir
Mais uma vez você não vai me ver
Tentando te trazer pra mim
Pra então reescrever
Ja não penso mais em te alcançar
E o meu ódio só tende a crescer
Mas sempre me pego a pensar
No quanto eu me forço a sofrer

Ódio de mim ao te ver
E odio de ti por não perceber
Mais uma vez você não vai me ouvir
Mais uma vez você não vai me ver
Mais uma vez você não vai me ouvir
Pedindo pra ficar aqui
E então retribuir
Mais uma vez você não vai me ver
Tentando te trazer pra mim
E então reescrever

Roxa-mee

Estoy sordo y ya no puedo ver
La luz morada de tus ojos que me hizo vivir
Otra marca en mi corazón de hierro
Por saber que nunca escuchaste mis gritos

Ya no pienso en alcanzarte más
Y mi odio solo tiende a crecer
Pero siempre me encuentro pensando
En cuánto me obligo a sufrir

Odio de mí por quererte
Y odio de ti por no merecerlo
Odio de mí por quererte
Y odio de ti por no merecerlo

Una vez más no me escucharás
Pidiendo quedarme aquí
Y luego corresponder
Una vez más no me verás
Intentando traerte a mí
Para luego reescribir

Ya no pienso en alcanzarte más
Y mi odio solo tiende a crecer
Pero siempre me encuentro pensando
En cuánto me obligo a sufrir

Odio de mí al verte
Y odio de ti por no darte cuenta

Una vez más no me escucharás
Una vez más no me verás

Una vez más no me escucharás
Pidiendo quedarme aquí
Y luego corresponder
Una vez más no me verás
Intentando traerte a mí
Y luego reescribir

Escrita por: Bruninho / Deco