Black Mamba
Quarenta e cinco quilos de maconha, papo reto
Terror desses poucas costa
Pretinha deixa ele ereto
Quarenta e cinco quilos de disposição pras puta
Eu vou sentando violento e mesmo assim não machuca
Safada, treinada, amassa, joguei de boombap, mas não faço free
Virei calçada maltratada e essa fitas aí eu não vi
Não falo da minha vivência de mulher, gostosa, favelada e preta
Pia as brazuca, mata de bazuca, mata de pistola e
Eu não me acanho com falo
Se tá ruim pra mim, eu falo
Pra verme eu nunca me calo
Só não pisa no meu calo
Bó pra revoada? Claro
Só vazo quando tá claro
Eu não misturo, não embalo
E pra cuceta eu não me abalo
Ganância igual da Micheque, no estudio é mic check
Piranha, nunca me teste, essas bala foi de teste
Assistindo Jhonny Test, mastigando Panicats
Caralho, meu bucetão fica de aesthetic
Tô escrevendo um Boom B pra te mostrar quem eu sou
Gostosa, relíquia e braba, assíduamente teu amor
Eu não toco siririca, eu aprendi a tocar o terror
Não quero essas chora-pica brotando no meu setor
Que a mirrada da favela não é destaque da carga
A vadia sem postura, com a coluna desviada
Criança eu ia pra igreja, mas hoje tô desviada
Trabalho na doceria, as otária eu encho de bala
Black, black lança, papo reto
Terror desses poucas costa
As cretina que deixa ereto
Quarenta e cinco quilos de disposição pras tchuca
Eu vou dedando tua bu
E mesmo assim não machuca
Capa de chuva na buceta pra vocês não vir babar
Quando ele chupa minha buceta impossível não gamar
Cês puxam marra de ninfeta, cês né potra, se manca
I’m real lux, faixa preta, morde as costas sem encostar
Cheia de tesão pela ZN teu marido não me explanou
Ele me pede o xerequete, eu nem te conto se eu dou
Rebola o queixo sem chiclete, o gato ainda não almoçou
Nós até ouviu o flow que Akasca roubou
Diz que eu sentei pra ganhar coisa, vish, eu sento há muito tempo
Old School naquela pica, já conhece o movimento
Tocando Sicko Mode, eu rebolei com tudo dentro
Faço sem me esforçar, às vezes rápido, às vezes lento
Escura e venenosa ele chama de Black Mamba
Na terra que o diabo pisa, corre, salta e samba
Não só minha família, mas minhas crias são de bamba
Tapete pra eu passar, cê nos meus pés: Abaixe e lamba
Confessa que cê sabe quem é a maior da favela
Nem sou adulta ainda, mas sou ref pras cadela
Adoro o Vascão, dinheiro fácil e Portela
Quinta é TBT, quinta é repeat com o ex dela
Quarenta e cinco litros de BL, papo reto
Terror desses poucas costas
Pretinha deixa ele ereto
Quarenta e cinco quilos de disposição pras puta
Eu vou dedando tua buceta e mesmo assim não machuca
Essa aqui é pra quem falou que como
Só canto putaria
Canto mermo
Mamba Negra
Cuarenta y cinco kilos de mota, sin rodeos
Terror de estos pocos cobardes
Negrita lo deja erecto
Cuarenta y cinco kilos de disposición para las putas
Voy a sentarme violento y aún así no duele
Descarada, entrenada, aplasta, tiré de boombap, pero no hago free
Me volví acera maltratada y esas cosas no las vi
No hablo de mi experiencia como mujer, sexy, de barrio y negra
Pía las brasileñas, mata con bazuca, mata con pistola y
No me achico con lo que digo
Si está mal para mí, lo digo
Para los gusanos nunca me callo
Solo no pises en mi callo
¿Listo para la fiesta? Claro
Solo me voy cuando está claro
No mezclo, no me enredo
Y para la cucu no me desanimo
Codicia igual que la de Micheque, en el estudio es mic check
Perrita, nunca me pongas a prueba, esas balas fueron de prueba
Viendo a Jhonny Test, masticando Panicats
Carajo, mi concha se ve estética
Estoy escribiendo un Boom B para mostrarte quién soy
Sexy, reliquia y brava, asiduamente tu amor
No toco la siririca, aprendí a tocar el terror
No quiero a esas lloronas brotando en mi sector
Que la mirada de la favela no es el foco de la carga
La perra sin postura, con la columna desviada
De niño iba a la iglesia, pero hoy estoy desviada
Trabajo en la dulcería, a las tontas las lleno de balas
Negra, negra lanza, sin rodeos
Terror de estos pocos cobardes
Las cretinas que lo dejan erecto
Cuarenta y cinco kilos de disposición para las chicas
Voy a dedándote tu concha
Y aún así no duele
Capa de lluvia en la concha para que no vengan a babear
Cuando él chupa mi concha, imposible no enamorarse
Ustedes se hacen las ninfetas, no son nada, despiértense
Soy real lux, cinturón negro, muerde la espalda sin tocar
Llena de deseo por la ZN, tu marido no me explicó
Él me pide el xerequete, ni te cuento si le doy
Mueve la mandíbula sin chicle, el gato aún no almorzó
Nosotros hasta escuchamos el flow que Akasca robó
Dicen que me senté para ganar cosas, vish, llevo tiempo sentándome
Old School en esa pija, ya conoce el movimiento
Sonando Sicko Mode, moví todo adentro
Hago sin esforzarme, a veces rápido, a veces lento
Oscura y venenosa, él la llama Mamba Negra
En la tierra donde pisa el diablo, corre, salta y samba
No solo mi familia, sino mis crías son de bamba
Alfombra para que pase, tú en mis pies: Agáchate y lame
Confiesa que sabes quién es la más grande de la favela
Ni siquiera soy adulta aún, pero soy referencia para las perras
Adoro al Vascão, dinero fácil y Portela
El jueves es TBT, el jueves es repeat con su ex
Cuarenta y cinco litros de BL, sin rodeos
Terror de estos pocos cobardes
Negrita lo deja erecto
Cuarenta y cinco kilos de disposición para las putas
Voy a dedándote tu concha y aún así no duele
Esta es para quien dijo que solo canto
Solo canto putería
Canto de verdad