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Catra | Contramano

Akirariel

Catra | Contramão

Resquícios de escuridão
Escorrendo por minhas mãos
Acho que não tenho mais jeito
Me encontro em contradição
Seguindo em contramão
Acho que esse é meu defeito

Minha perna só para
O erro me encara e a mentira se mostra uma grande campeã
Como se fosse nada
O tempo é uma faca
Tecendo minha mente em uma vilã

E que aqui vou ficar com meu chá de hortelã
Mas essa dor sei vai voltar na minha mente tipo spam

Pois os primeiros ouçam de onde minha mente conseguir gritar
Minhas falhas me rondam
Talvez o meu defeito foi não me amar
Sabendo que eu ficaria sozinha no final
Cair nesse erro tá me consumindo ao mal
Lua Clara realmente deve ser muito
Jogar promessas no lixo é um esporte sem igual

Resquícios de escuridão
Escorrendo por minhas mãos
Acho que não tenho mais jeito
Me encontro em contradição
Seguindo em contramão
Acho que esse é meu defeito

Meu quarto já não é o mesmo
Eu te reconheço
Os filtros que criei sem perceber
Esse é só o começo cê é tipo o Santo Berço
Sugando minha alma mesmo que já tenha ela pra você

E eu queimei igual
Acho que nada nunca existiu
Me sobrou amargor e o mesmo sabor de quando você partiu

Resquícios de escuridão escorrendo por minhas mãos
Acho que não, eu já não sei
Me encontro em contradição seguindo em contramão
O que adiantou o meu estresse

Catra | Contramano

Residuos de oscuridad
Escurriendo por mis manos
Creo que ya no tengo remedio
Me encuentro en contradicción
Siguiendo en contramano
Creo que ese es mi defecto

Mi pierna se detiene
El error me enfrenta y la mentira se muestra como una gran campeona
Como si fuera nada
El tiempo es un cuchillo
Tejiendo mi mente en una villana

Y aquí me quedaré con mi té de menta
Pero sé que este dolor volverá a mi mente como spam

Porque los primeros escuchen de donde mi mente pueda gritar
Mis fallas me rodean
Tal vez mi defecto fue no amarme
Sabiendo que quedaría sola al final
Caer en este error me está consumiendo en el mal
La Luna Clara realmente debe ser mucho
Tirar promesas a la basura es un deporte sin igual

Residuos de oscuridad
Escurriendo por mis manos
Creo que ya no tengo remedio
Me encuentro en contradicción
Siguiendo en contramano
Creo que ese es mi defecto

Mi habitación ya no es la misma
Te reconozco
Los filtros que creé sin darme cuenta
Este es solo el comienzo, eres como el Santo Berço
Chupando mi alma aunque ya la tengas para ti

Y me quemé igual
Creo que nada nunca existió
Me quedó amargura y el mismo sabor de cuando te fuiste

Residuos de oscuridad escurriendo por mis manos
Creo que ya no, ya no sé
Me encuentro en contradicción siguiendo en contramano
¿De qué sirvió mi estrés?

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