Noite Cerrada
Eu ando perdida
A sós com o teu nome
E a sós com a vida
Que o tempo consome
Agora sozinha
Procuro-te em vão, é verdade
Mas tu já não vens e já não voltas
E em minha dor, há saudade
A tua lembrança
Que os nervos acalma
Em mim é esperança
Desespero e alma
Agora sou aquilo que tu vês
Agora não sou nada
Sou névoa de outrora
Sou névoa, noite cerrada
Noche Cerrada
Ando perdida
A solas con tu nombre
Y a solas con la vida
Que el tiempo consume
Ahora sola
Te busco en vano, es verdad
Pero tú ya no vienes y ya no regresas
Y en mi dolor, hay añoranza
Tu recuerdo
Que calma los nervios
En mí es esperanza
Desespero y alma
Ahora soy lo que ves
Ahora no soy nada
Soy niebla del pasado
Soy niebla, noche cerrada
Escrita por: António De Sousa Freitas / Nóbrega Sousa