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Té Amarillo

Alarde

Amarelo Chá

Eu já andei pelos quatro cantos desse quarto
Já tomei meio litro desse chá
É tão suave o efeito que ele faz
Já nem sei se quero mais voltar

O canto incessante das cigarras
Mosquitos que caminham sobre minha
Imagem refletida, deformada
Escancaram as mentiras que eu sempre acreditei

Ontem parecia que a bruxa estava a solta
Mas veio o ventania e levou os fantasmas daqui
Caiu a tempestade, lavou a alma
E amanheceu

A natureza é capaz de proporcionar tudo
Só é sozinho quem quer
E não machuque quem só lhe quer bem
E lembre-se sempre que quando você nasceu tudo já estava pronto
E lembre-se sempre que quando você nasceu tudo já estava pronto
Você só bagunçou mais...

Té Amarillo

He caminado por los cuatro rincones de esta habitación
Ya me he tomado medio litro de este té
Es tan suave el efecto que produce
Que ya ni sé si quiero volver

El canto incesante de las cigarras
Mosquitos que caminan sobre mi
Imagen reflejada, deformada
Revelan las mentiras en las que siempre creí

Ayer parecía que la bruja estaba suelta
Pero vino el viento y se llevó los fantasmas de aquí
Cayó la tormenta, limpió el alma
Y amaneció

La naturaleza es capaz de proveerlo todo
Solo está solo quien así lo desea
Y no lastimes a quien solo te desea bien
Y recuerda siempre que cuando naciste todo ya estaba listo
Y recuerda siempre que cuando naciste todo ya estaba listo
Solo tú lo has desordenado más...

Escrita por: Alarde / Luiz Silva