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Cronos

Albergue

Chronos

Eu preciso te tocar com a minha mão
Pra saber se é real (se é real)
Pois vendo assim me parece um sonho
E é desse sonho que eu não quero acordar

Nem Chronos pode definir
O tempo exato disso acontecer
Então me resta caminhar no tempo
E o tempo não vai me prender (ele não vai me prender)

Se acordo com água escorrendo em meu rosto
É por medo de ver
Que tudo aquilo que era verdade
Se foi pra não mais existir (pra não mais existir)

Corre, vem e mostra que está tudo bem
Corre, vem e mostra que está tudo bem
Corre, vem e mostra que está tudo bem
Corre, vem e mostra que está tudo bem

Não precisamos esperar mais nada
Que um dia ia cair do céu (ia cair do céu)
Faça sua prece, levante e jogue
E torça pelo seu troféu

Meias palavras jogadas ao vento
Esperando alguma atenção (alguma atenção)
Todos em volta da mesa da janta
Buscando por redenção
Que não chegará

Que não chegará
Que não chegará
Que não chegará
Que não chegará

Cronos

Yo necesito tocarte con mi mano
Para saber si es real (si es real)
Porque viéndolo así me parece un sueño
Y es de este sueño del que no quiero despertar

Ni Cronos puede definir
El momento exacto de que esto suceda
Así que me queda caminar en el tiempo
Y el tiempo no me va a atrapar (no me va a atrapar)

Si despierto con agua corriendo en mi rostro
Es por miedo a ver
Que todo aquello que era verdad
Se fue para no volver a existir (para no volver a existir)

Corre, ven y muestra que todo está bien
Corre, ven y muestra que todo está bien
Corre, ven y muestra que todo está bien
Corre, ven y muestra que todo está bien

No necesitamos esperar nada más
Que un día caiga del cielo (caiga del cielo)
Haz tu oración, levántate y lánzala
Y reza por tu trofeo

Palabras a medias lanzadas al viento
Esperando alguna atención (alguna atención)
Todos alrededor de la mesa de la cena
Buscando redención
Que no llegará

Que no llegará
Que no llegará
Que no llegará
Que no llegará

Escrita por: Felipe Marinho, Eduardo Borges, Davidson Carlos, Danilson Ezequiel