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Av. Nova Cantareira (Z. Norte de São Paulo)

Alberto Tadeu

Av. Nova Cantareira (Z. Norte de São Paulo)

Na minha cidade
a felicidade é coisa muito fácil de encontrar.
Está em todo canto. Em qualquer lugar.
É só questão do jeito de se olhar.

Ah, meu Deus, que sorte !,
Vim pra Zona Norte. Quanta coisa nova descobri.
Em Santana, amigos. Coisas que vivi.
O amor da moça do Tucuruvi.

Nova Cantareira, que eu logo amei.
E que tantas vezes percorri a pé,
sonhando, até chegar ao Tremembé.

E quando anoitece,
um milagre acontece. Eu nunca tinha visto nada igual.
É que a luz da lua brinca no quintal,
na Serra e no Horto Florestal.

Quando a lua cansa,
o sol marca presença. O céu, aos poucos, vai ficando azul.
O dia nasce lindo. Com gente indo e vindo,
passando pela Cruzeiro do Sul.

Ah, meu Deus, que sorte !
Vim pra Zona Norte. Quanta coisa nova descobri.
Em Santana, amigos. Coisas que vivi.
O amor da moça do Tucuruvi.

Nova Cantareira, que eu logo amei.
E que tantas vezes percorri a pé,
sonhando, até chegar ao Tremembé.

Av. Nova Cantareira (Z. Norte de São Paulo)

En mi ciudad
la felicidad es algo muy fácil de encontrar.
Está en todas partes. En cualquier lugar.
Es solo cuestión de la forma de mirar.

¡Ah, Dios mío, qué suerte!,
Vine a la Zona Norte. Cuántas cosas nuevas descubrí.
En Santana, amigos. Cosas que viví.
El amor de la chica de Tucuruvi.

Nova Cantareira, que pronto amé.
Y que tantas veces recorrí a pie,
soñando, hasta llegar a Tremembé.

Y cuando anochece,
un milagro sucede. Nunca había visto nada igual.
Es que la luz de la luna juega en el patio,
en la Sierra y en el Horto Florestal.

Cuando la luna se cansa,
el sol marca presencia. El cielo, poco a poco, se va poniendo azul.
El día nace hermoso. Con gente yendo y viniendo,
pasando por la Cruzeiro do Sul.

¡Ah, Dios mío, qué suerte!,
Vine a la Zona Norte. Cuántas cosas nuevas descubrí.
En Santana, amigos. Cosas que viví.
El amor de la chica de Tucuruvi.

Nova Cantareira, que pronto amé.
Y que tantas veces recorrí a pie,
soñando, hasta llegar a Tremembé.

Escrita por: Alberto Tadeu