Dia de Cão
Quando eu me vi perdido
Meu peito gemedor
Bateu, gemeu ferido
Sofrido, doído, desenganou
Quando eu me vi perdido
Meu peito gemedor
Bateu, gemeu ferido
Sofrido, doído, desenganou
Chorei na beira
Do mais cruel precipício
Olha, pelo visto
Eu ia me acabar
Mas você ia passando
Estendeu a sua mão
Pelas ruas de São Paulo
Você foi meu agasalho
Naquele dia de cão
Quando eu me vi perdido
Meu peito gemedor
Bateu, gemeu ferido
Sofrido, doído, desenganou
Quando eu me vi perdido
Meu peito gemedor
Bateu, gemeu ferido
Sofrido, doído, desenganou
Chorei na beira
Do mais cruel precipício
Olha, pelo visto
Eu ia me acabar
Mas você ia passando
Estendeu a sua mão
Pelas ruas de São Paulo
Você foi meu agasalho
Naquele dia de cão
Chorei na beira
Do mais cruel precipício
Olha, pelo visto
Eu ia me acabar
Mas você ia passando
Estendeu a sua mão
Pelas ruas de São Paulo
Você foi meu agasalho
Naquele dia de cão
Día de Perros
Cuando me vi perdido
Mi pecho gemía
Golpeó, gemía herido
Sufrido, dolorido, desengañado
Lloré al borde
Del más cruel precipicio
Mira, al parecer
Iba a acabar conmigo
Pero tú pasabas
Extendiste tu mano
Por las calles de São Paulo
Fuiste mi abrigo
En ese día de perros
Cuando me vi perdido
Mi pecho gemía
Golpeó, gemía herido
Sufrido, dolorido, desengañado
Lloré al borde
Del más cruel precipicio
Mira, al parecer
Iba a acabar conmigo
Pero tú pasabas
Extendiste tu mano
Por las calles de São Paulo
Fuiste mi abrigo
En ese día de perros
Lloré al borde
Del más cruel precipicio
Mira, al parecer
Iba a acabar conmigo
Pero tú pasabas
Extendiste tu mano
Por las calles de São Paulo
Fuiste mi abrigo
En ese día de perros
Escrita por: Alçeu Valença / Vicente Barreto