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Petrolina, Juazeiro

Alceu Valença

Petrolina, Juazeiro

Na margem do São Francisco, nasceu a beleza
E a natureza ela conservou
Jesus abençoou com sua mão divina
Pra não morrer de saudade, vou voltar pra Petrolina
(Jesus abençoou com sua mão divina)
(Pra não morrer de saudade, vou voltar pra Petrolina)

Do outro lado do rio, tem uma cidade
Que na minha mocidade eu visitava todo dia
Atravessava a ponte, ai, que alegria!
Chegava em Juazeiro, Juazeiro da Bahia
(Atravessava a ponte, ai, que alegria!)
(Chegava em Juazeiro, Juazeiro da Bahia)

Hoje me lembro que no tempo de criança
Esquisito era a carranca e o apito do trem
Mas achava lindo quando a ponte levantava
E o vapor passava num gostoso vai e vem

Petrolina, Juazeiro, Juazeiro, Petrolina
Todas duas eu acho uma coisa linda
Eu gosto de Juazeiro e adoro Petrolina

Eu gosto de Juazeiro (e adoro Petrolina)
Eu gosto de Juazeiro (e adoro Petrolina)
Gosto de Juazeiro (e adoro Petrolina)

Na margem do São Francisco, nasceu a beleza
E a natureza ela conservou
Jesus abençoou com sua mão divina
Pra não morrer de saudade, vou voltar pra Petrolina
(Jesus abençoou com sua mão divina)
(Pra não morrer de saudade, vou voltar pra Petrolina)

Do outro lado do rio, tem uma cidade
Que na minha mocidade eu visitava todo dia
Atravessava a ponte, ai, que alegria!
Chegava em Juazeiro, Juazeiro da Bahia
(Atravessava a ponte, ai, que alegria!)
(Chegava em Juazeiro, Juazeiro da Bahia)

Hoje me lembro que no tempo de criança
Esquisito era a carranca e o apito do trem
Mas achava lindo quando a ponte levantava
E o vapor passava num gostoso vai e vem

Petrolina, Juazeiro, Juazeiro, Petrolina
Todas duas eu acho uma coisa linda
Eu gosto de Juazeiro e adoro Petrolina

Eu gosto de Juazeiro (e adoro Petrolina)
Eu gosto de Juazeiro (e adoro Petrolina)
Gosto de Juazeiro (e adoro Petrolina)
É, eu gosto de Juazeiro (e adoro Petrolina)
Eu gosto de Juazeiro (e adoro Petrolina)
Gosto de Juazeiro (e adoro Petrolina)
Oh (e adoro Petrolina)

Petrolina, Juazeiro

Sur la rive du São Francisco, la beauté est née
Et la nature, elle l'a préservée
Jésus a béni de sa main divine
Pour ne pas mourir de nostalgie, je vais retourner à Petrolina
(Jésus a béni de sa main divine)
(Pour ne pas mourir de nostalgie, je vais retourner à Petrolina)

De l'autre côté du fleuve, il y a une ville
Que dans ma jeunesse, je visitais tous les jours
Je traversais le pont, oh, quelle joie !
J'arrivais à Juazeiro, Juazeiro de Bahia
(Je traversais le pont, oh, quelle joie !)
(J'arrivais à Juazeiro, Juazeiro de Bahia)

Aujourd'hui je me souviens que quand j'étais enfant
Étrange était la figure et le sifflet du train
Mais je trouvais ça beau quand le pont se levait
Et la vapeur passait dans un agréable va-et-vient

Petrolina, Juazeiro, Juazeiro, Petrolina
Les deux, je les trouve magnifiques
J'aime Juazeiro et j'adore Petrolina

J'aime Juazeiro (et j'adore Petrolina)
J'aime Juazeiro (et j'adore Petrolina)
J'aime Juazeiro (et j'adore Petrolina)

Sur la rive du São Francisco, la beauté est née
Et la nature, elle l'a préservée
Jésus a béni de sa main divine
Pour ne pas mourir de nostalgie, je vais retourner à Petrolina
(Jésus a béni de sa main divine)
(Pour ne pas mourir de nostalgie, je vais retourner à Petrolina)

De l'autre côté du fleuve, il y a une ville
Que dans ma jeunesse, je visitais tous les jours
Je traversais le pont, oh, quelle joie !
J'arrivais à Juazeiro, Juazeiro de Bahia
(Je traversais le pont, oh, quelle joie !)
(J'arrivais à Juazeiro, Juazeiro de Bahia)

Aujourd'hui je me souviens que quand j'étais enfant
Étrange était la figure et le sifflet du train
Mais je trouvais ça beau quand le pont se levait
Et la vapeur passait dans un agréable va-et-vient

Petrolina, Juazeiro, Juazeiro, Petrolina
Les deux, je les trouve magnifiques
J'aime Juazeiro et j'adore Petrolina

J'aime Juazeiro (et j'adore Petrolina)
J'aime Juazeiro (et j'adore Petrolina)
J'aime Juazeiro (et j'adore Petrolina)
Ouais, j'aime Juazeiro (et j'adore Petrolina)
J'aime Juazeiro (et j'adore Petrolina)
J'aime Juazeiro (et j'adore Petrolina)
Oh (et j'adore Petrolina)

Escrita por: Jorge de Altinho