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Cuando la Nostalgia Apreta

Alcino Alves e Rocha

Quando a Saudade Aperta

Foi tentando arejar minha cabeça
Que joguei tudo pro alto e parti
A saudade de você estava em tudo
Que sentindo o peso da barra, fugi

Fui buscar no campo junto a natureza
Energia para não morrer de amor
Mas estava lá também suas lembranças
Que fizeram aumentar a minha dor

Compreendi que se a paixão aperta o cerco
Da saudade ninguém consegue esconder
Tirei férias pra tentar te esquecer
Mas voltei
Com muito mais saudade de você

Cavalguei de novo em meu cavalo preto
Mas não vi você no seu cavalo branco
Até a lua ao chegar ficou surpresa
Ao me ver sozinho ali, sofrendo tanto

Madrugada me pegou lá na varanda
Onde pensando em você, adormeci
Os meus olhos nem olharam as estrelas
Pois a minha estrela não estava ali

Compreendi que se a paixão aperta o cerco
Da saudade ninguém consegue esconder
Tirei férias pra tentar te esquecer
Mas voltei
Com muito mais saudade de você

Cuando la Nostalgia Apreta

Fue intentando despejar mi mente
Que tiré todo por la borda y me fui
La nostalgia de ti estaba en todo
Sintiendo el peso de la carga, escapé

Fui a buscar en el campo junto a la naturaleza
Energía para no morir de amor
Pero también estaban allí tus recuerdos
Que hicieron aumentar mi dolor

Comprendí que si la pasión aprieta el cerco
De la nostalgia nadie puede esconderse
Tomé vacaciones para intentar olvidarte
Pero regresé
Con mucha más nostalgia de ti

Cabalgaba de nuevo en mi caballo negro
Pero no te vi en tu caballo blanco
Incluso la luna al llegar se sorprendió
Al verme solo allí, sufriendo tanto

La madrugada me atrapó en la terraza
Donde pensando en ti, me quedé dormido
Mis ojos ni siquiera miraron las estrellas
Porque mi estrella no estaba allí

Comprendí que si la pasión aprieta el cerco
De la nostalgia nadie puede esconderse
Tomé vacaciones para intentar olvidarte
Pero regresé
Con mucha más nostalgia de ti

Escrita por: Alcino Alves / Rossi / Vicente P. Machado