O Que Eu Faço Amanhã
De repente você vem dizer
Que não sente mais nada
Que o sonho acabou
E que já não dá mais pra ficar
Você fala de amor feito um jogo
De cartas marcadas
Como roupa surrada
Que a gente se cansa de usar
De repente você já nem vê
O que faz mais sentido
E me joga na cara palavras
Que fazem doer demais
Bate a porta e me deixa assim
Sem saber o que faço de mim
Sem saber o que eu digo pra mim
Se você me deixar
Que é que eu faço amanhã
Quando eu me levantar
E não ter mais teu corpo prá me aconchegar
Não sentir teus abraços
Querendo apertar o que sempre foi teu
Que é que eu digo à saudade
Quando ela chegar
E o desejo na boca querendo beijar
Que é que eu faço pra me acostumar a viver sem você
Que é que eu faço amanhã
Quando eu me levantar
E não ter mais teu corpo prá me aconchegar
Não sentir teus abraços
Querendo apertar o que sempre foi teu
Que é que eu digo à saudade
Quando ela chegar
E o desejo na boca querendo beijar
Que é que eu faço pra me acostumar a viver sem você
De repente é mais uma vez que você me procura
Eu nem acredito
Esse tipo de amor qualquer dia me leva à loucura
Eu já não duvido
Eu já não sei se o que eu fiz
Foi pior do que você me fez
As palavras doeram tão fundo
Que eu disse pra mim
É a ultima vez
Mas teu corpo, teu cheiro, teu gosto
Têm qualquer mistério
Que mexe comigo
Você chega
Me pega assim de um jeito
Me tira do sério
Parece um castigo
Hoje eu digo que não volto mais
E amanhã ou depois, eu aposto
Se eu não te procurar
Você vem me buscar
E o pior é que eu gosto
Não dá, você não vai mudar
E, se eu me aborreço
Não sei segurar
Sei lá se é você ou sou eu
Só que um sem outro
Não pode ficar
Hoje eu digo que não volto mais
E amanhã ou depois, eu aposto
Se eu não te procurar
Você vem me buscar
E o pior é que eu gosto
Hoje eu digo que não volto mais
E amanhã ou depois, eu aposto
Se eu não te procurar
Você vem me buscar
E o pior é que eu gosto
Lo que hago mañana
De repente vienes a decir
¿Quién ya no siente nada
Que el sueño ha terminado
Y que no puedes quedarte más
Hablas de amor como un juego
De tarjetas marcadas
Como ropa destrozada
Que nos cansamos de usar
De repente ni siquiera ves
Lo que tiene más sentido
Y me arroja en la cara palabras
Que hacen que duela demasiado
Cierra la puerta y déjame así
No saber lo que hago conmigo mismo
Sin saber lo que me digo a mí mismo
Si me dejas
¿Qué hago mañana?
Cuando me levanto
Y ya no tienes tu cuerpo para acurrucarme
No sientas tus abrazos
Querer exprimir lo que siempre fue tuyo
¿Qué le digo a la nostalgia
Cuando llegue
Y el deseo en la boca con ganas de besar
¿Qué hago para acostumbrarme a vivir sin ti?
¿Qué hago mañana?
Cuando me levanto
Y ya no tienes tu cuerpo para acurrucarme
No sientas tus abrazos
Querer exprimir lo que siempre fue tuyo
¿Qué le digo a la nostalgia
Cuando llegue
Y el deseo en la boca con ganas de besar
¿Qué hago para acostumbrarme a vivir sin ti?
De repente, una vez más vienes a mí
No puedo creerlo
Ese tipo de amor algún día me vuelve loco
Ya no dudo
Ya no sé si lo que hice
Fue peor que lo que me hiciste
Las palabras duelen tan profundamente
Que me dije a mí mismo
Esta es la última vez
Pero tu cuerpo, tu olor, tu gusto
Tienen algún misterio
Que se mete conmigo
Ven tú
Atrápenme así de alguna manera
Me quita de encima
Parece un castigo
Hoy digo que no voy a volver
Y mañana o pasado, apuesto
Si no te busco
Vienes a buscarme
Y la peor parte es que me gusta
No puede, no cambiarás
Y si me aburro
No sé cómo sostener
No sé si eres tú o yo
Sólo uno sin otro
No puedes quedarte
Hoy digo que no voy a volver
Y mañana o pasado, apuesto
Si no te busco
Vienes a buscarme
Y la peor parte es que me gusta
Hoy digo que no voy a volver
Y mañana o pasado, apuesto
Si no te busco
Vienes a buscarme
Y la peor parte es que me gusta
Escrita por: Jose Augusto