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(I.N.F.I.N.I.T.A) Síndrome de Abstinencia

Álef Hylliel

(I.N.F.I.N.I.T.A) Síndrome de Abstinência

Bem vindo ao ciclo eternal
Injúria, discórdia, simplória
Ardente sobreviver
Nesse caos que me predomina
Visível permanecer
A esse estado que me agoniza
Não sigo mais a intuição
A razão é o que me edifica
Sinceras palavras, carregam mais
Justiça na vida vazia
Espero além de ver
Sentir o alento depois das caídas
Porque não importa mais
Desprezo o fraco da ira distinta
Eu posso sobreviver
Ultrapassando as colunas das ruínas

Decreto o fim do caos

Minha mente alucinada
Busca razões para o fim da minha alma
Tento me entorpecer, e sacrificar
Meu tempo em drogas momentâneas
Em minhas asiladas
Pra tentar esquecer
As falhas desordenadas
Ultrapassam os riscos frontais
A mente explode
Destruo a minha própria vida

Esse não é o fim que eu espero de mim

Falhas desordenadas

Não há a quem culpar
Pelos destroços internos
Eu posso me perturbar me afundar
Mas nunca vou poder culpar

Esqueça! Destrua!
Elimine a paz falsificada
Esqueça! Destrua!
Elimine a paz falsificada

Vai ser bem mais
Do que posso me determinar

Minha mente alucinada
Busca razões para o fim da minha alma
Tento me entorpecer, e sacrificar
Meu tempo em drogas momentâneas
Em minhas asiladas
Pra tentar esquecer
As falhas desordenadas
Ultrapassam os riscos frontais
A mente explode

Não há a quem culpar
Pelos destroços internos
Eu posso me perturbar me afundar
Mas nunca vou poder culpar

Esqueça! Destrua!
Elimine a paz falsificada
Esqueça! Destrua!
Elimine a paz falsificada

(I.N.F.I.N.I.T.A) Síndrome de Abstinencia

Bienvenido al ciclo eterno
Injuria, discordia, simplona
Ardiendo por sobrevivir
En este caos que me domina
Visible permanecer
En este estado que me agoniza
Ya no sigo más la intuición
La razón es lo que me edifica
Palabras sinceras, cargan más
Justicia en la vida vacía
Espero más allá de ver
Sentir el aliento después de las caídas
Porque ya no importa más
Desprecio al débil de la ira distinta
Puedo sobrevivir
Superando las columnas de las ruinas

Declaro el fin del caos

Mi mente alucinada
Busca razones para el fin de mi alma
Intento embriagarme, y sacrificar
Mi tiempo en drogas momentáneas
En mis asiladas
Para intentar olvidar
Las fallas desordenadas
Superan los riesgos frontales
La mente explota
Destruyo mi propia vida

Este no es el fin que espero de mí

Fallas desordenadas

No hay a quién culpar
Por los escombros internos
Puedo perturbarme, hundirme
Pero nunca podré culpar

¡Olvida! ¡Destruye!
Elimina la paz falsificada
¡Olvida! ¡Destruye!
Elimina la paz falsificada

Va a ser mucho más
De lo que puedo determinar

Mi mente alucinada
Busca razones para el fin de mi alma
Intento embriagarme, y sacrificar
Mi tiempo en drogas momentáneas
En mis asiladas
Para intentar olvidar
Las fallas desordenadas
Superan los riesgos frontales
La mente explota

No hay a quién culpar
Por los escombros internos
Puedo perturbarme, hundirme
Pero nunca podré culpar

¡Olvida! ¡Destruye!
Elimina la paz falsificada
¡Olvida! ¡Destruye!
Elimina la paz falsificada