Anarkia
Um dia vai chegar um fulano de tal
Ele vai dizer que vocês vivem como animais
E a minha essência, desde a adolescência, vai comprovar
Que vocês vivem de forma banal
E você que acreditou
Que algemas trazem paz
O inocente sou eu
Que nunca julguei ninguém
Eu não sou Deus
Eu não sou nada de mais
Eu ouço os gritos de anarquia
Anarquia
E você que acreditou
Que algemas trazem paz
O inocente sou eu
Que nunca julguei ninguém
Eu não sou Deus
Eu não sou nada de mais
A anarquia perdeu o sentido
Carlos Gardel foi esquecido
O alternativo virou um caos
Tomar banho de chapéu ficou banal
E eu, enaltecido, um pouco entristecido
Admito: melhor o mal
Anarquía
Un día llegará un tal fulano
Dirá que ustedes viven como animales
Y mi esencia, desde la adolescencia, lo demostrará
Que viven de manera banal
Y tú que creíste
Que las esposas traen paz
El inocente soy yo
Que nunca juzgué a nadie
No soy Dios
No soy nada especial
Escucho los gritos de anarquía
Anarquía
Y tú que creíste
Que las esposas traen paz
El inocente soy yo
Que nunca juzgué a nadie
No soy Dios
No soy nada especial
La anarquía perdió su sentido
Carlos Gardel fue olvidado
Lo alternativo se convirtió en caos
Bañarse con sombrero se volvió banal
Y yo, enaltecido, un poco entristecido
Admito: mejor el mal
Escrita por: Eduardo Monteiro / Ian Pitombo / Tiago Damiani