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Moldura (part. Itagon)

Alessandro Vilas Boas

Moldura (part. Itagon)

Um quadro emoldurado com coisas do passado
Mal feito por mim e por meus erros

Restauração é tudo que ele precisa
Recomeçar pelas mãos do verdadeiro artista

Pintura abstrata de tudo
Com traços sem sentido nenhum
Minha vida é pintura de traços imperfeitos
Basta você olhar o que eu vivi e o que quero viver

Pela moldura que existe em mim
Arte sem valor
Passei a ter importância em Ti

Tua beleza atrai mil corações
E ofusca minha confusão
Traços perfeitos
Tu és bem maior do que eu
O artista da perfeição
Que eu não encontro em mim

Pintura abstrata de tudo
Com traços sem sentido nenhum
Minha vida é pintura de traços imperfeitos
Basta você olhar o que eu vivi e o que quero viver

Pela moldura que existe em mim
Arte sem valor
Passei a ter importância em Ti

Tua beleza atrai mil corações
E ofusca minha confusão
Traços perfeitos
Tu és bem maior do que eu
O artista da perfeição
Que eu não encontro em mim

Que eu não encontro em mim
Que eu não encontro em mim

Moldura (part. Itagon)

Un cuadro enmarcado con cosas del pasado
Mal hecho por mí y por mis errores

Restauración es todo lo que necesita
Recomenzar por las manos del verdadero artista

Pintura abstracta de todo
Con trazos sin sentido alguno
Mi vida es pintura de trazos imperfectos
Solo tienes que mirar lo que viví y lo que quiero vivir

Por la moldura que existe en mí
Arte sin valor
Empecé a tener importancia en Ti

Tu belleza atrae mil corazones
Y ofusca mi confusión
Trazos perfectos
Eres mucho más grande que yo
El artista de la perfección
Que no encuentro en mí

Pintura abstracta de todo
Con trazos sin sentido alguno
Mi vida es pintura de trazos imperfectos
Solo tienes que mirar lo que viví y lo que quiero vivir

Por la moldura que existe en mí
Arte sin valor
Empecé a tener importancia en Ti

Tu belleza atrae mil corazones
Y ofusca mi confusión
Trazos perfectos
Eres mucho más grande que yo
El artista de la perfección
Que no encuentro en mí

Que no encuentro en mí
Que no encuentro en mí

Escrita por: Pedro Emilio