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Morena Bandida

Alexandre Freitas

Meu mate lavado, na dura espera
Daquela morena que jurou voltar
Se passam os dias
Coração apertado
Louco apaixonado, nestas noites sem fim

No escuro da noite a Lua ilumina
Matas e campinas, mas você não está
Revejo meus planos, refaço meu mate
Tapeio sombrero e volto a matear

Morena bandida dos cabelos negros
Da boca pequena que me enfeitiçou
Volta correndo toma conta do rancho
Preciso do teu corpo do teu calor

Morena bandida da pele morena
Do sorriso fácil que me enfeitiçou
Meus dias são cinzas
Não tem mais as cores
Nem o perfume que você levou

Escrita por: Alexandre Daniel de Freitas