Cura
É tão subliminar
Meu vendaval atemporal
É tão subliminar
Minhas flores sem carpelo em par
Insular e pessoal
É um poema desigual
Apolar e irracional
Foi meu erro anormal
Sondando a sua alma para sorrir
É tão imparcial
Tua casa alí, faz refletir
É tão assustador
Encarar a face da sua dor
Presentei-me com a cura
Desatente-se a injúrias
Feridas vastas em porção
Somem ao toque das suas mãos
Sondando a sua alma para sorrir
Vire as costas para quem te encantar
Deixe que o tempo vai passar
Espere a chuva, enfim, dançar
E que a água cure até cicatrizar
E que a água cure até cicatrizar
Cura
Es tan subliminal
Mi vendaval atemporal
Es tan subliminal
Mis flores sin carpelo en par
Insular y personal
Es un poema desigual
Apolar e irracional
Fue mi error anormal
Sondando tu alma para sonreír
Es tan imparcial
Tu casa allí, hace reflexionar
Es tan aterrador
Enfrentar la cara de tu dolor
Me regalaste la cura
Desatiende las injurias
Heridas vastas en porción
Desaparecen al toque de tus manos
Sondando tu alma para sonreír
Da la espalda a quien te encante
Deja que el tiempo pase
Espera la lluvia, al fin, bailar
Y que el agua cure hasta cicatrizar
Y que el agua cure hasta cicatrizar
Escrita por: Alexandry Peixotto