Estranhos Desejos
Eu sempre estive lá, era eu mesmo, o mesmo jovem no velho altar.
Aquele que olhou a chuva e entrou em sua casa pra jantar.
Sempre estive lá, raramente me esquecia de voltar.
Eu tinha na alma a minha mente, e duas asas pra voar.
Tarde da noite quando muitos compartilham a solidão;
Estranhos desejos perguntam;
Estamos presos, enterrados no mesmo chão?
Eu nunca vi nada igual, era eu mesmo, o mesmo velho e alegre bebê.
Raridade em meio aos perdidos, achados que ninguém vê.
Mas lembra quando acordamos e vimos? Os prédios não estavam mais lá.
Era o mesmo lugar que eu deixei, agora eu quero voltar.
Extraños Deseos
Siempre estuve allí, era yo mismo, el mismo joven en el viejo altar.
Quien miró la lluvia y entró en su casa a cenar.
Siempre estuve allí, rara vez me olvidaba de regresar.
Tenía en el alma mi mente, y dos alas para volar.
Tarde en la noche cuando muchos comparten la soledad;
Extraños deseos preguntan;
¿Estamos atrapados, enterrados en el mismo suelo?
Nunca vi nada igual, era yo mismo, el mismo viejo y alegre bebé.
Rareza entre los perdidos, hallazgos que nadie ve.
Pero ¿recuerdas cuando despertamos y vimos? Los edificios ya no estaban allí.
Era el mismo lugar que dejé, ahora quiero regresar.
Escrita por: Alexey Rickmann