Nada Não (part. João Cavalcanti, Moyseis Marques e Pedro Miranda)
Considere que eu seja um balão a esmo
Qual mesmo
Uma embarcação
Uma embarcação sem mastro
Sou um peso e deixo um rastro
Sou um peso e solto o lastro
Que teima em me chamar
Que teima em me chamar ao chão
Ou imagine que eu seja um vulcão aceso
Surpreso
Pela erupção
Pela erupção sem pausa
De mim mesmo eu sou a causa
Pra mim mesmo eu sou a falsa impressão
De que eu seja um balão
De que eu seja um balão
Quem dirá ser eu contradição?
Servirá, pois sim, pra ser balão, somente?
Ou apenas um vulcão incandescente?
Ou aquela embarcação remanescente?
Quem dirá ser eu contradição?
Servirá, pois sim, pra ser balão, somente?
Ou apenas um vulcão incandescente?
Ou aquela embarcação remanescente?
Sou sim
Sempre serei o meu próprio senão
Que é balão, que é vulcão, embarcação
E, por fim, tudo além, nada, não
Sou sim
Sempre serei o meu próprio senão
Que é balão, que é vulcão, embarcação
E, por fim, tudo além de nada, não
Considere que eu seja um balão a esmo
Qual mesmo
Uma embarcação
Uma embarcação sem mastro
Sou um peso e deixo um rastro
Sou um peso e solto o lastro
Que teima em me chamar
Que teima em me chamar ao chão
Ou imagine que eu seja um vulcão aceso
Surpreso
Pela erupção
Pela erupção sem pausa
De mim mesmo eu sou a causa
Pra mim mesmo eu sou a falsa impressão
De que eu seja um balão
De que eu seja um balão
Quem dirá ser eu contradição?
Servirá, pois sim, pra ser balão, somente?
Ou apenas um vulcão incandescente?
Ou aquela embarcação remanescente?
Quem dirá ser eu contradição?
Servirá, pois sim, pra ser balão, somente?
Ou apenas um vulcão incandescente?
Ou aquela embarcação remanescente?
Sou sim
Sempre serei o meu próprio senão
Que é balão, que é vulcão, embarcação
E, por fim, tudo além, nada, não
Sou sim
Sempre serei o meu próprio senão
Que é balão, que é vulcão, embarcação
E, por fim, tudo além de nada, não
Nada No (parte de João Cavalcanti, Moyseis Marques y Pedro Miranda)
Considera que soy un globo a la deriva
¿Qué tal?
Una embarcación
Una embarcación sin mástil
Soy un peso y dejo un rastro
Soy un peso y suelto el lastre
Que insiste en llamarme
Que insiste en llamarme hacia abajo
O imagina que soy un volcán encendido
Sorprendido
Por la erupción
Por la erupción sin pausa
Soy la causa de mí mismo
Para mí mismo soy la falsa impresión
De que soy un globo
De que soy un globo
¿Quién dirá que soy contradicción?
¿Servirá, sí, solo para ser globo?
¿O simplemente un volcán incandescente?
¿O aquella embarcación remanente?
¿Quién dirá que soy contradicción?
¿Servirá, sí, solo para ser globo?
¿O simplemente un volcán incandescente?
¿O aquella embarcación remanente?
Sí
Siempre seré mi propio pero
Que es globo, que es volcán, embarcación
Y, al final, todo más allá, nada, no
Sí
Siempre seré mi propio pero
Que es globo, que es volcán, embarcación
Y, al final, todo más allá de nada, no
Considera que soy un globo a la deriva
¿Qué tal?
Una embarcación
Una embarcación sin mástil
Soy un peso y dejo un rastro
Soy un peso y suelto el lastre
Que insiste en llamarme
Que insiste en llamarme hacia abajo
O imagina que soy un volcán encendido
Sorprendido
Por la erupción
Por la erupción sin pausa
Soy la causa de mí mismo
Para mí mismo soy la falsa impresión
De que soy un globo
De que soy un globo
¿Quién dirá que soy contradicción?
¿Servirá, sí, solo para ser globo?
¿O simplemente un volcán incandescente?
¿O aquella embarcación remanente?
¿Quién dirá que soy contradicción?
¿Servirá, sí, solo para ser globo?
¿O simplemente un volcán incandescente?
¿O aquella embarcación remanente?
Sí
Siempre seré mi propio pero
Que es globo, que es volcán, embarcación
Y, al final, todo más allá, nada, no
Sí
Siempre seré mi propio pero
Que es globo, que es volcán, embarcación
Y, al final, todo más allá de nada, no
Escrita por: João Cavalcanti / Moyséis Marques