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Pluma

Alinne Garruth

Pluma

Quase que não tropecei
Encontro
Seu rosto
Meu peito

Vem que é pra desacordar
Meu monstro
Botando de jeito

É como eu te disse, eu queria a cidade
Mas a claridade veio de você
Que me marcasse a pele feito tatuagem
E fizesse a festa só de aparecer

É como eu te disse, eu queria a cidade
Mas a tempestade veio de você
E já não tem mais jeito
O que eu fiz tá feito
Eu já não tenho medo

De abrir o meu peito e gritar pra rua
De fazer uma casa que é minha e sua
E não ter mais pressa nenhuma
Pegar todo peso e transformar em pluma

Pluma

Casi tropiezo
Encuentro
Tu rostro
Mi pecho

Ven que es para desmayar
Mi monstruo
Poniéndose en su lugar

Es como te dije, quería la ciudad
Pero la claridad vino de ti
Que marcaras mi piel como un tatuaje
Y hicieras la fiesta solo al aparecer

Es como te dije, quería la ciudad
Pero la tormenta vino de ti
Y ya no hay vuelta atrás
Lo que hice está hecho
Ya no tengo miedo

De abrir mi pecho y gritar a la calle
De hacer una casa que es mía y tuya
Y no tener más prisa alguna
Tomar todo el peso y convertirlo en pluma

Escrita por: Marcel Sousa, Alinne Garruth