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Amianto (Respuesta)

Alinne Gonçalves

Amianto (Resposta)

Moço me deixa aqui
Eu sei que eu sou nova
Mas cansei de viver
É que não dá mais pra ficar
Em um mundo que ninguém te vê

Saia não tente me tirar
Eu não tô afim de tomar café e nem conversar
Já te ouvi, mas não me convenceu

A minha vida é como manhã
Que brilha como o Sol e a noite volta escurecer
Pois o mundo não tem nada a me oferecer
E a morte é como vento que bate no meu rosto
E eu não consigo ver
Mas também nada impede de sentir

Moço já olhei pra baixo
Mas muito obrigado por tentar me impedir
Já te ouvi
Me desculpa só que pra mim já deu

A minha vida é como manhã
Que brilha como o Sol e à noite volta a escurecer
Pois o mundo não tem nada a me oferecer
E a morte é como vento, que bate no meu rosto e eu não consigo ver

Moço já olhei pra baixo, mas muito obrigado por tentar
Me impedir
Já te ouvi
Desculpa, pra mim já deu

A minha vida é como manhã
Que brilha como o Sol e a noite volta a escurecer
Pois o mundo não tem nada a me oferecer
E a morte é como vento que bate no meu rosto e eu não consigo ver
Mas também nada impede de sentir

Moço ninguém é de ferro, somos programados pra cair

Amianto (Respuesta)

Joven déjame aquí
Sé que soy joven
Pero me cansé de vivir
Ya no puedo quedarme
En un mundo donde nadie te ve

No salgas, no intentes llevarme
No tengo ganas de tomar café ni de hablar
Te escuché, pero no me convenciste

Mi vida es como la mañana
Que brilla como el Sol y la noche vuelve a oscurecer
Porque el mundo no tiene nada que ofrecerme
Y la muerte es como el viento que golpea mi rostro
Y no puedo ver
Pero tampoco nada me impide sentir

Joven, ya miré hacia abajo
Pero muchas gracias por intentar detenerme
Te escuché
Perdón, pero para mí ya es suficiente

Mi vida es como la mañana
Que brilla como el Sol y en la noche vuelve a oscurecer
Porque el mundo no tiene nada que ofrecerme
Y la muerte es como el viento que golpea mi rostro y no puedo ver

Joven, ya miré hacia abajo, pero muchas gracias por intentar
Detenerme
Te escuché
Perdón, para mí ya es suficiente

Mi vida es como la mañana
Que brilla como el Sol y en la noche vuelve a oscurecer
Porque el mundo no tiene nada que ofrecerme
Y la muerte es como el viento que golpea mi rostro y no puedo ver
Pero tampoco nada me impide sentir

Joven, nadie es de hierro, estamos programados para caer

Escrita por: Alinne Gonçalves