395px

Sueños Constantes

Allan Constante

Sonhos Constantes

No escuro eu aguardo paciente minha vez
As cortinas tão fechadas e ninguém pode me ver
É só um sonho constante e não há como não ser
É nas trevas que eu aguardo paciente minha vez

As pessoas da cidade todas já estão aqui
Elas riem muito alto, não aguento mais ouvir
É só um sonho constante e não há como fugir
Das pessoas da cidade que já estão todas aqui

Não há onde me esconder todos sabem meu segredo
Estou na chuva de verão, ensopado e com medo
Tenho um sonho constante bem na ponta dos meus dedos
Não há como esconder, todos sabem meu segredo

Amarrado em uma cama, novo quarto de hotel
Lá não havia paredes e no teto só o céu
Neste tal sonho constante quase fui pro beleléu
Amarrado em uma cana de um quarto de hotel

E confesso pra você, desisti de entender
Pode ser muito café ou até meu Recounter
Foi mais um sonho constante que prefiro esquecer
Confesso pra você já desisti de entender

E depois de tanto sonho ou pesadelo pode crer
Eu tentei despertar, não consegui, fazer o quê?
Em todo sonho constante passo perto de morrer
Meu real é mais distante, mas eu vou sobreviver
E depois de tanto sonho ou pesadelo pode crer
Eu tentei despertar, não consegui, fazer o quê?
Em todo sonho constante eu procuro por você
Meu momento é meu instante

E não há como não ser!

E confesso pra você, desisti de entender
Pode ser muito café ou até meu Recounter
Foi mais um sonho constante que prefiro esquecer
Confesso pra você já desisti de entender

Sueños Constantes

En la oscuridad espero pacientemente mi turno
Las cortinas tan cerradas y nadie puede verme
Es solo un sueño constante y no hay forma de evitarlo
Es en las sombras que espero pacientemente mi turno

Las personas de la ciudad ya están todas aquí
Ríen muy alto, no aguanto más escuchar
Es solo un sueño constante y no hay forma de escapar
De las personas de la ciudad que ya están todas aquí

No hay donde esconderme, todos conocen mi secreto
Estoy bajo la lluvia de verano, empapado y con miedo
Tengo un sueño constante al alcance de mis dedos
No hay forma de esconderlo, todos conocen mi secreto

Atado a una cama, en una nueva habitación de hotel
No había paredes y en el techo solo el cielo
En este sueño constante casi me fui al otro barrio
Atado a una cama en una habitación de hotel

Y te confieso, renuncié a entender
Puede ser mucho café o incluso mi Recounter
Fue solo otro sueño constante que prefiero olvidar
Te confieso que renuncié a entender

Y después de tantos sueños o pesadillas, créeme
Intenté despertar, no pude, ¿qué se puede hacer?
En cada sueño constante paso cerca de la muerte
Mi realidad está más lejos, pero sobreviviré
Y después de tantos sueños o pesadillas, créeme
Intenté despertar, no pude, ¿qué se puede hacer?
En cada sueño constante te busco
Mi momento es mi instante

¡Y no hay forma de evitarlo!

Y te confieso, renuncié a entender
Puede ser mucho café o incluso mi Recounter
Fue solo otro sueño constante que prefiero olvidar
Te confieso que renuncié a entender

Escrita por: Allan Constante