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Llovizna de la Garoa

Almir Rouche

Baião da Garoa

Na terra seca
Quando a safra não é boa
Sabiá não entoa
Não dá milho e feijão

Na Paraíba, Ceará nas Alagoas
Retirantes que passam
Vão cantando seu rojão (BIS)

Lá, lá, lá, lá, iá, lá (BIS)

Meu São Pedro me ajude
Mande chuva, chuva boa
Chuvisqueiro, chuvisquinho
Nem que seja uma garoa

Uma vez choveu na terra seca
Sabiá então cantou
Houve lá tanta da fartura
Que o retirante voltou

Lá, lá, lá, lá, iá, lá (BIS)

Oi! Graças a Deus
Choveu garoou

Llovizna de la Garoa

En la tierra seca
Cuando la cosecha no es buena
El sabiá no canta
No hay maíz ni frijol

En Paraíba, Ceará en Alagoas
Los migrantes que pasan
Van cantando su canción (BIS)

Allá, allá, allá, allá, iá, allá (BIS)

Mi San Pedro ayúdame
Envía lluvia, buena lluvia
Llovizna, lloviznita
Aunque sea una garoa

Una vez llovió en la tierra seca
Entonces el sabiá cantó
Hubo tanta abundancia allí
Que el migrante regresó

Allá, allá, allá, allá, iá, allá (BIS)

¡Hola! Gracias a Dios
Llovió garuando

Escrita por: Hervê Cordoval / Luiz Gonzaga