395px

Me Plantaron

Almirante

Levei Um Bolo

Eu lhe esperei das meia-noite às duas horas
Fumando em desespero e de cronômetro na mão
Cada minuto que o ponteiro assinalava
Mais aumentava o grau da minha junta queimação

Quem tem noção do cumprimento do dever
Não faz o papelão que você fez só por prazer
Por outra vez, faça o favor de não brincar
Que eu sou nervoso e tenho força
E sou capaz de te estranhar

Para quem vir o sopro falso da mentira
Tudo mais é brincadeira e a verdade é velha asneira
Que caiu na decadência, tudo é dito na carreira
Sem dar tempo de tocar na consciência

Mas eu detesto, e, francamente não me presto
Me entreter com palhaçada porque sou de uma camada
Mais sincera e mais decente
Você é muito engraçada, mas é lá pra sua gente

Me Plantaron

Te esperé de medianoche a las dos
Fumando desesperado con el cronómetro en mano
Cada minuto que pasaba
Aumentaba mi nivel de quemazón en las juntas

Quien tiene noción del cumplimiento del deber
No hace el papelón que hiciste por diversión
Por favor, no vuelvas a jugar conmigo
Soy nervioso, tengo fuerza
Y puedo llegar a extrañarte

Para aquel que percibe el soplo falso de la mentira
Todo lo demás es juego y la verdad es una vieja tontería
Que cae en decadencia, todo se dice de corrido
Sin dar tiempo para tocar la conciencia

Pero detesto, y francamente no me presto
A entretenerme con tonterías porque soy de una clase
Más sincera y decente
Eres muy graciosa, pero eso es para tu gente

Escrita por: Pedro Caetano / Claudionor Cruz