395px

Cuatro Tiempos

Alquimistas de Atlântida

Quatro Tempos

Ainda é muito cedo
Para um poema
Perfeito

Ainda é tarde, meu amor
Já é muito tarde
Para as colheitas perdidas
De inventos sobre o mar
De colinas marrons

Já não reconheço mais
O perfume, nem a cor
Do abismo perdido
Dos ventos que exalam
Meu próprio batom

Meu coração disparou
Nesse momento
Pois disse tarde demais
O que se diz quando ao vão

Meu coração disparou
Nesse momento
Pois disse tarde demais
O que se diz quando ao vão

Não sou nada mais
Que você que expira e inspira
Aos desejos de um cego
Em ater-se audição

Meu coração disparou
Nesse momento
Pois disse tarde demais
O que se diz quando ao vão

Cuatro Tiempos

Aún es muy temprano
Para un poema
Perfecto

Todavía es tarde, mi amor
Ya es muy tarde
Para las cosechas perdidas
De inventos sobre el mar
De colinas marrones

Ya no reconozco más
El perfume, ni el color
Del abismo perdido
De los vientos que exhalan
Mi propio lápiz labial

Mi corazón se aceleró
En este momento
Porque dije demasiado tarde
Lo que se dice cuando es en vano

Mi corazón se aceleró
En este momento
Porque dije demasiado tarde
Lo que se dice cuando es en vano

No soy nada más
Que tú que exhalas e inhalas
Los deseos de un ciego
En atender a la audición

Mi corazón se aceleró
En este momento
Porque dije demasiado tarde
Lo que se dice cuando es en vano

Escrita por: Victoria Abud / Gabriel Chagas / Lucas Fontes / Victor Barcelos