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Alterego

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Suas paredes são de vidro e eu vejo a matança
Todos percebem mas alguns fingem estar tudo bem

Nós sempre fomos, os seus demônios
Por que causamos tanta dor?
Nós sempre fomos, os seus demônios
Por que matamos?

Chegando em casa você fala sobre amor e paz?
Mas é a morte no seu prato que te satisfaz!

Nós sempre fomos, os seus demônios
Por que causamos tanta dor?
Nós sempre fomos, os seus demônios
Por que matamos?

Nós sempre fomos seus demônios, sempre fomos!
Nós sempre fomos seus demônios, sempre fomos!

Me acha radical mas não, financio a morte
Sencientes, são mais do que se pode ver

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Tus paredes son de vidrio y veo la matanza
Todos lo notan pero algunos fingen que todo está bien

Siempre hemos sido tus demonios
¿Por qué causamos tanto dolor?
Siempre hemos sido tus demonios
¿Por qué matamos?

¿Al llegar a casa hablas de amor y paz?
¡Pero es la muerte en tu plato lo que te satisface!

Siempre hemos sido tus demonios
¿Por qué causamos tanto dolor?
Siempre hemos sido tus demonios
¿Por qué matamos?

Siempre hemos sido tus demonios, ¡siempre lo hemos sido!
Siempre hemos sido tus demonios, ¡siempre lo hemos sido!

Puedes pensar que soy radical, pero no, financio la muerte
Seres sintientes, son más de lo que se puede ver

Escrita por: Mário Coda