Deixei de Ser Normal
Bebo
Quanto mais eu bebo pra esquecer
Aí que eu lembro
Bebo de janeiro a dezembro
Comemoro o ano novo bebendo por ela
Carnaval são quatro dias e eu bebo por ela
Dia do índio encho a cara
Só não bebo o que já foi bebido
Tiradentes perdeu a cabeça
Porque tava bebendo comigo
De boteco em boteco
Ela vai comigo mesmo sem tá junto
Eu encharco o fígado pra ver o fundo
Meu copo de vidro escorrega da mão
Que nem seu coração
De boteco em boteco
As minhas garrafas todas tem seu nome
Tonto eu te vejo e sóbrio você some
Deixei de ser normal
Mas não deixei de ser homem
Bebo
Quanto mais eu bebo pra esquecer
Aí que eu lembro
Bebo de janeiro a dezembro
Comemoro o ano novo bebendo por ela
Carnaval são quatro dias e eu bebo por ela
Dia do índio encho a cara
Só não bebo o que já foi bebido
Tiradentes perdeu a cabeça
Porque tava bebendo comigo
De boteco em boteco
Ela vai comigo mesmo sem tá junto
Eu encharco o fígado pra ver o fundo
Meu copo de vidro escorrega da mão
Que nem seu coração
De boteco em boteco
As minhas garrafas todas tem seu nome
Tonto eu te vejo e sóbrio você some
Deixei de ser normal
Mas não deixei de ser homem
Dejé de Ser Normal
Bebiendo
Mientras más bebo para olvidar
Ahí es cuando recuerdo
Bebiendo de enero a diciembre
Celebrando el año nuevo bebiendo por ella
Carnaval son cuatro días y yo bebo por ella
Día del indio me emborracho
Solo no bebo lo que ya fue bebido
Tiradentes perdió la cabeza
Porque estaba bebiendo conmigo
De bar en bar
Ella va conmigo aunque no esté presente
Empapo mi hígado para ver el fondo
Mi vaso de vidrio se resbala de mi mano
Como tu corazón
De bar en bar
Todas mis botellas tienen su nombre
Borracho te veo y sobrio desapareces
Dejé de ser normal
Pero no dejé de ser hombre
Bebiendo
Mientras más bebo para olvidar
Ahí es cuando recuerdo
Bebiendo de enero a diciembre
Celebrando el año nuevo bebiendo por ella
Carnaval son cuatro días y yo bebo por ella
Día del indio me emborracho
Solo no bebo lo que ya fue bebido
Tiradentes perdió la cabeza
Porque estaba bebiendo conmigo
De bar en bar
Ella va conmigo aunque no esté presente
Empapo mi hígado para ver el fondo
Mi vaso de vidrio se resbala de mi mano
Como tu corazón
De bar en bar
Todas mis botellas tienen su nombre
Borracho te veo y sobrio desapareces
Dejé de ser normal
Pero no dejé de ser hombre