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Adiós Palhoça

Alvarenga e Ranchinho

Adeus Palhoça

Tenho saudade da minha palhoça
Que eu deixei na roça lá no palmital
Tenho saudade do meu alazão
Meu cavalinho de estimação
Tenho saudade da minha rocinha
Das minhas galinhas e minha plantação
(Tenho saudade da minha rocinha
Das minhas galinhas e minha plantação)

Adeus palhoça, adeus sertão
Adeus cabocla do meu coração
Adeus palhoça que me viu nascer
Adeus cabocla do meu bem querer
(Adeus palhoça que me viu nascer
Adeus cabocla do meu bem querer)

Não sei porque não existe um meio
De eu me acostumar aqui na capital
Quando me lembro lá do meu sertão
Eu tenho até vontade de chorar
Aí eu pego na minha viola
Que é pro meu peito se desabafar
(Aí eu pego na minha viola
Que é pro meu peito se desabafar)

Adeus palhoça, adeus sertão
Adeus cabocla do meu coração
Adeus palhoça que me viu nascer
Adeus cabocla do meu bem querer
(Adeus palhoça que me viu nascer
Adeus cabocla do meu bem querer)

Adiós Palhoça

Extraño mi choza
Que dejé en el campo, en el palmar
Extraño a mi alazán
Mi caballito de mascota
Extraño mi huertita
Mis gallinas y mi plantación
(Extraño mi huertita
Mis gallinas y mi plantación)

Adiós choza, adiós campo
Adiós mestiza de mi corazón
Adiós choza que me vio nacer
Adiós mestiza de mi gran amor
(Adiós choza que me vio nacer
Adiós mestiza de mi gran amor)

No sé por qué no hay forma
De acostumbrarme aquí en la capital
Cuando recuerdo mi campo
Hasta ganas de llorar me dan
Entonces tomo mi guitarra
Para desahogar mi pecho
(Entonces tomo mi guitarra
Para desahogar mi pecho)

Adiós choza, adiós campo
Adiós mestiza de mi corazón
Adiós choza que me vio nacer
Adiós mestiza de mi gran amor
(Adiós choza que me vio nacer
Adiós mestiza de mi gran amor)

Escrita por: Fausto Vasconcelos