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Viento

Álvaro Rachid

Vento

Não te amarei /com a obrigação de amar
Nem te compreenderei
Com a obrigação de perdoar
Não te perdoarei por ter que te aceitar...
Nem te aceitarei às vias de te abandonar!

Não / te seguirei pela penumbra
A vigiar /teu coração vagante

A esperar que atado ao meu
Não te distraias com um bem passante!

Sem/ nem pensar no amanhã/ te amarei
Acolher de ti /o teu melhor encanto
A eternidade em ti esquecerei
Te amar aqui e ali um pouco mais...
E um tanto, e um tanto... E um tanto...
Vento!

Viento

No te amaré con la obligación de amar
Ni te comprenderé con la obligación de perdonar
No te perdonaré por tener que aceptarte...
¡Ni te aceptaré al borde de abandonarte!

No te seguiré por la penumbra
Vigilando tu corazón errante
Esperando que atado al mío
No te distraigas con un bien pasajero

Sin siquiera pensar en el mañana, te amaré
Recibir de ti tu mejor encanto
Olvidaré la eternidad en ti
Amarte aquí y allá un poco más...
Y un tanto, y un tanto... Y un tanto...
¡Viento!

Escrita por: Júnia do Vale, Álvaro Rachid