Não Me Condenes
Nunca me condenes pelas coisas que eu não faço ou deixei de fazer
Julgue-me apenas pelo que eu já fiz
Não perca seu tempo chegando atrasado
Observando alheios em suas funções
Esqueça tudo e vem
Lutar com seu amor
Regar aquela flor
Que está murchando de novo em seu coração
Apague a velha história de mágoa e rancor
Veja como é belo o por do sol interior
Reacenda o brilho no olhar que o tempo apagou
Refaça a sua imagem perante aquele que te condenou
Esqueça tudo e vem, lutar com seu amor
Regar aquela flor que está murchando de novo em seu jardim
Não olhe pro lado, pra traz ou pro chão
Sinta à sua volta a triste ambição
Daqueles que se matam por alguns vinténs
Olha quanta gente morta pisando esse chão
Esqueça tudo e vem, lutar com seu amor
Regar aquela flor que está murchando de novo em seu jardim
Liberte o odor, o libido e a cor
Daquele sentimento estranho estampado no seu coração
Esqueça tudo...
Daquele sentimento estranho fecundo no seu cooração.
No me condenes
Nunca me condenes por cosas que no hago o dejé de hacer
Júzgame solo por lo que ya hice
No pierdas tu tiempo llegando tarde
Observando ajenos en sus funciones
Olvídate de todo y ven
Lucha con tu amor
Riega esa flor
Que se está marchitando de nuevo en tu corazón
Borra la vieja historia de dolor y rencor
Mira qué bello es el atardecer interior
Reaviva el brillo en la mirada que el tiempo apagó
Rehaz tu imagen ante aquel que te condenó
Olvídate de todo y ven, lucha con tu amor
Riega esa flor que se está marchitando de nuevo en tu jardín
No mires hacia los lados, atrás o al suelo
Siente a tu alrededor la triste ambición
De aquellos que se matan por unos centavos
Mira cuánta gente muerta pisando este suelo
Olvídate de todo y ven, lucha con tu amor
Riega esa flor que se está marchitando de nuevo en tu jardín
Libera el olor, el deseo y el color
De ese sentimiento extraño estampado en tu corazón
Olvídate de todo...
De ese sentimiento extraño fecundo en tu corazón.
Escrita por: Alvinho Alves